Avançar para o conteúdo principal

Caxemira. Paquistão abateu dois caças indianos




O Exército do Paquistão afirmou esta quarta-feira ter abatido dois aviões indianos dentro do seu espaço aéreo, pouco depois de ter sido noticiada uma “breve violação” do espaço aéreo indiano por aviões paquistaneses.

“A força aérea abateu dois aviões indianos no espaço aéreo paquistanês. Um dos aviões caiu na Caxemira indiana e o outro na Caxemira paquistanesa”, indicou o general Asif Ghafoor, no Twitter. “Um piloto indiano foi detido em terra pelos militares”, acrescentou.

Pouco antes, foi noticiada uma “violação breve” de aviões paquistaneses no espaço aéreo indiano na região disputada de Caxemira, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP), que cita fontes governamentais locais.

O Governo indiano confirmou a perda de um dos seus aviões e que desconhece o paradeiro do piloto, mas revelou ter abatido um caça paquistanês.

Esta incursão na linha de cessar-fogo altamente militarizada surge após um “ataque preventivo” da Índia ao Paquistão, na terça-feira.

As autoridades indianas confirmaram ter lançado um ataque aéreo “preventivo” na Caxemira paquistanesa e matado “um grande número” de militantes do grupo islâmico Jaish-e-Mohammed (JeM), que reivindicou o ataque suicida de 14 de fevereiro na Caxemira indiana, que matou mais de 40 paramilitares indianos.

https://zap.aeiou.pt/paquistao-ter-abatido-dois-cacas-indianos-243159

Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...