Avançar para o conteúdo principal

SOLUÇÃO PÓS-PAGA NO CARTÃO LISBOA VIVA

OTLIS E SIBS LANÇAM SOLUÇÃO PÓS-PAGA NO CARTÃO LISBOA VIVA
Basta ao titular de um cartão Lisboa VIVA dirigir-se a uma caixa Multibanco e ATM Express e efectuar a adesão automática, associando o seu cartão bancário ao cartão de transporte.

A OTLIS e a SIBS lançaram a solução VIVA Go no Cartão Lisboa VIVA. Trata-se de uma nova forma de pagamento da mobilidade segundo um modelo pós-pago, que “debita directamente na conta bancária do titular o valor de cada viagem, apenas e quando efectuada”.

Os aderentes do serviço VIVA Go podem viajar sem necessidade de efectuarem um carregamento prévio do seu título de transporte, seja passe ou zapping, ou sem terem carregado um bilhete no ponto de venda.

Basta ao titular de um cartão Lisboa VIVA dirigir-se a uma caixa Multibanco e ATM Express e efectuar a adesão automática, associando o seu cartão bancário ao cartão de transporte.

Num mesmo cartão Lisboa VIVA, poderá coexistir esta modalidade VIVA Go, para as viagens ocasionais, com os habituais passes ou zapping carregados, funcionando o VIVA Go como alternativa sempre que não existam outros contratos tarifários válidos no tempo e no espaço pretendido.

Os sistemas dos operadores darão prioridade aos títulos de transporte destinados a uma utilização frequente, como os passes carregados e não à modalidade VIVA Go.

A modalidade de pagamento VIVA Go poderá ser utilizada nos operadores CARRIS, CP- Comboios de Portugal, Fertagus, Metropolitano de Lisboa, Metro Transportes do Sul Transtejo e Softlusa, podendo a médio prazo ser alargada aos restantes Operadores de Transporte.

https://www.pcguia.pt/2019/01/otlis-e-sibs-lancam-solucao-pos-paga-no-cartao-lisboa-viva/

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...