Avançar para o conteúdo principal

Lisboa. Já pode circular a mais de 50 km/h em troço da Segunda Circular


JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA


 Troço da Segunda Circular onde a velocidade estava, desde 1 de junho, limitada a 50 km/h passou a ter uma velocidade máxima de 60 km/h.


Edgar Caetano:


A Câmara Municipal de Lisboa aumentou para 60 quilómetros/hora a velocidade máxima num troço da Segunda Circular que estava, desde 1 de junho, limitada a 50 km/h. A zona, próxima da Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), está controlada por radares de velocidade.


Segundo o Correio da Manhã, a câmara tomou a decisão depois de uma “análise técnica” feita por um “auditor de segurança rodoviária”.


A mudança nos limites de velocidade coincidiu com um investimento que a Câmara, superior a dois milhões de euros, na aquisição de 41 novos radares de controlo de velocidade. 21 serviram para substituir antigos, enquanto os restantes 20 foram colocados em novas localizações.


Lisboa. Já pode circular a mais de 50 km/h em troço da Segunda Circular – Observador


Comentários

Notícias mais vistas:

Linhas brancas que os aviões deixam no céu têm consequências graves. E Portugal pode ter um papel importante

 A aviação precisa de acelerar a descarbonização (foto: Freepik) Os rastos de condensação dos aviões, as linhas brancas que deixam no céu, provocam o aquecimento do planeta, mas é possível preveni-los e Portugal pode dar um contributo importante, indica um estudo divulgado hoje. Da responsabilidade da Federação Europeia de Transportes e Ambiente (T&E), que defende transportes sem emissões e acessíveis, o estudo foi divulgado pela associação portuguesa Zero, que faz parte da T&E. Alertando que os rastos de condensação também são responsáveis pelo aquecimento global, o estudo indica que eles se podem evitar e que tal é essencial para reduzir o impacto climático da aviação. Segundo o documento, o aquecimento causado por rastos de condensação na Europa é sazonal e concentrado no tempo. Em 2019, 75% do aquecimento causado por rastos de condensação ocorreu em voos entre janeiro e março e outubro e dezembro, e 40% em voos ao final da tarde e à noite. A associação Zero diz em comun...

ADSE muda regras dos óculos: reembolso passa a ter limite anual de 180 euros

 A ADSE vai alterar as regras de reembolso dos óculos, introduzindo um teto anual de 180 euros no regime livre, mantendo a comparticipação de 80%. Deixa assim de haver limites quanto ao número de armações e lentes, que até agora eram definidos por períodos de três anos. As mudanças abrangem também exames e cirurgias, com revisão da tabela de preços da radiologia e da gastroenterologia e inclusão de novos atos, sobretudo TAC e ressonâncias magnéticas, permitindo acesso a técnicas mais avançadas sem aumento dos encargos para os beneficiários, segundo avançou o ECO. As alterações terão um impacto orçamental estimado em 15,4 milhões de euros por ano para a ADSE, sistema de proteção na doença da função pública. A revisão das tabelas de preços abrange cerca de 200 atos médicos e inclui mais de uma centena de novos códigos, sobretudo na área da radiologia, com o objetivo de atualizar os valores de referência e alargar o acesso a cuidados mais diferenciados. ADSE muda regras dos óculos: re...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...