Avançar para o conteúdo principal

Duplicou o número de mortes de fetos e bebés com menos de 28 dias



  Hoje ouvi a notícia de que duplicou o número de mortes de fetos e bebés e que é necessário analisar os números para saber o porquê.

Na minha opinião essa análise poderá ser útil para identificar o grau de culpa que cada uma das causas tem para este aumento significativo da mortalidade neonatal mas qualquer profissional de saúde consegue identificar, mesmo sem qualquer análise, três causas e respectivos tratamentos:


Problema:

Falta de recursos humanos que obrigaram ao fecho de vários serviços e urgências de forma intermitente.


Tratamento:

Maior investimento nesta área e, enquanto não se materializa esse investimento em mais recursos humanos, o fecho definitivo de algumas urgências para transferir os escassos recursos humanos para que outras urgências possam funcionar com qualidade, melhorando assim a qualidade das urgências abertas e deixando de haver a dúvida se determinada urgência está aberta ou fechada.


Problema:

  Turismo de saúde, onde as grávidas vem a Portugal para dar à luz sem os médicos terem os mais mínimos conhecimentos do historial delas.


Tratamento: 

  Maior controle das nossas fronteiras e colaboração das polícias internacionais para o desmantelamento das redes ou "agências de turismo de saúde".


Problema:

  há cada vez mais gravidezes geriátricas, ou seja, grávidas com mais de 35 anos.

Tratamento: 

  Melhorar a economia e aliviar a carga fiscal da classe média para que esta não adie o projecto de ter um filho. infelizmente em Portugal uma família que ganhe apenas 40.000€/ano já é considerada rica, o que faz com os jovens emigrem e adiem o projecto de constituir família.


Wilson Ferreira Antunes em:

Comentarios do Wilson: Duplicou o número de mortes de fetos e bebés com menos de 28 dias


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Porto de Leixões recebe 7,2 milhões de euros para descarbonizar navios atracados

 O programa Sustentável 2030 vai financiar a instalação de sistemas de energia elétrica nos terminais do Porto de Leixões. O investimento visa apoiar a transição energética do setor. O programa Sustentável 2030 lançou um concurso de 7,2 milhões de euros destinado a financiar a implementação de sistemas de abastecimento de energia elétrica para embarcações acostadas no Porto de Leixões. A taxa de cofinanciamento público poderá atingir os 85% do montante total investido pela Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL). Os novos sistemas eletrónicos serão distribuídos pelos terminais de contentores Norte e Sul, bem como pelo terminal de passageiros localizado na Doca 1 Norte. Ao assegurar o fornecimento de eletricidade a partir de terra, esta infraestrutura permitirá que os navios operem com os motores desligados durante a sua permanência no porto, eliminando as emissões diretas de gases com efeito estufa e mitigando a poluição sonora na região circundante. Em...

Portugal: ANACOM chumba transferência de licença para a Starlink de Elon Musk

 A Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) rejeitou o pedido de transferência de direitos de utilização de frequências de rádio para a Starlink, o serviço de Internet por satélite da SpaceX, empresa liderada por Elon Musk. A decisão poderá limitar os planos da empresa para reforçar a sua presença no mercado português das comunicações por satélite. ANACOM não aceita transferência de frequências para a SpaceX Em causa está um pedido apresentado pela EchoStar Mobile para ceder temporariamente à SpaceX direitos de utilização de frequências na banda dos 2 GHz, destinadas a serviços móveis por satélite em território nacional. A proposta de decisão da ANACOM abrange duas faixas de frequências: entre 1995 e 2010 MHz e entre 2185 e 2200 MHz. Estas frequências são relevantes para a prestação de serviços de comunicações por satélite e podem assumir um papel importante no desenvolvimento de novas soluções de conectividade. Segundo a informação divulgada, o regulador português pretende rej...