Avançar para o conteúdo principal

Inundada, sem água potável ou esgotos a funcionar, Oleshky na região de Kherson "está à beira de um desastre humanitário"



 A destruição da barragem hidroelétrica de Kakhovka com um ataque russo a 6 de junho, está a gerar situações críticas em zonas ocupadas da Ucrânia,, como é o caso de Oleshky, na região de Kherson, onde o mau cheiro devido às enchentes está a tornar-se insuportável, a par de esgotos que não funcionam, e falta de água potável ou eletricidade.

“Há um grande número de vítimas lá, há um fedor terrível em Oleshky agora - o esgoto não funciona, não há eletricidade e água potável em quase todos os lugares, a cidade está à beira de uma crise humanitária”, alertou Oleksandr Prokudin, chefe da Administração Militar Regional de Kherson, citado pela agência Ukrinform, referindo que “as pessoas mortas permanecem sob os escombros das suas casas”.


O drama é maior já que as autoridades russas de ocupação não autorizam que se examinem devidamente os corpos, que continuam a ser retirados, para estabelecer a causa de morte - determinada oficialmente em 11 moradores mortos na cidade.


“Esse número é muito subestimado porque a Rússia tenta esconder mortes de pessoas em massa, os médicos não podem examinar os corpos que chegam para estabelecer a causa da sua morte”, detalhou o chefe militar de Kherson, referindo que em outras zonas ocupadas, como Hola Prystan, a situação também é muito difícil.


Dados preliminares avançados pela Ukrinform dão conta de “centenas de residentes dda parte inundada de Oleshky que morreram porque os russos se recusaram a evacuar aqueles que não tinham passaporte russo”.



Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Portugal com terceira maior subida do PIB na zona euro no segundo trimestre

 Na comparação com o primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na área do euro e 0,5% na UE, e Portugal apresentou a quarta maior subida em cadeia (0,8%). A economia da zona euro avançou, no segundo trimestre, 1,0% e a da União Europeia (UE) 1,2%, face ao período homólogo, com Portugal a registar a terceira maior subida (2,5%), divulga hoje o Eurostat. Na comparação com o primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na área do euro e 0,5% na UE, e Portugal apresentou a quarta maior subida em cadeia (0,8%). Entre os Estados-membros, os maiores crescimentos homólogos do PIB registaram-se, entre abril e junho, na Lituânia (3,8%), na Suécia (2,8%), em Portugal e na Finlândia (2,8% cada), tendo a única quebra sido apresentada pela Irlanda (-5,6%). Comparando com o primeiro trimestre, de acordo com os dados do gabinete estatístico da UE, a Irlanda (3,9%) registou o maior aumento no PIB, seguida pela Lituânia (1,7%) e pela Suécia (1,4%). As taxas de ...

Engenheiro cria guarda-chuva voador que segue o utilizador

A imagem mostra o engenheiro Josh Tse com sua invenção Engenheiro cria guarda-chuva voador que segue o dono pelas ruas com radar tecnológico e muda o conceito de chegar seco em casa Criado por John Tse, o equipamento funciona como um drone adaptado com uma cobertura para proteger a pessoa da chuva A primeira versão da invenção ainda dependia de um controle remoto/Reprodução Um engenheiro canadense criou um guarda-chuva voador capaz de acompanhar o usuário enquanto ele caminha. A invenção mistura a tecnologia dos drones com um objeto tradicional do dia a dia e chama atenção por parecer ter saído de um filme de ficção científica. Criado por John Tse, o equipamento funciona como um drone adaptado com uma cobertura para proteger a pessoa da chuva. O dispositivo permanece no ar acima da cabeça do usuário e acompanha seus movimentos sem que seja necessário segurar o guarda-chuva. Para conseguir realizar essa tarefa, o projeto utiliza hélices, motores elétricos, sensores e uma câmera instalad...