Christine Ourmières-Widener vai avançar com vários processos judiciais contra o Estado, incluindo um pedido de indemnização milionária que pode ascender a três milhões de euros.
A relação entre a ex-CEO da TAP e o governo não acabou bem e há ainda mais cenas nos próximos capítulos. Depois de ter sido demitida em direto em março pelo ministro das Finanças, Christine Ourmières-Widener inicia agora uma batalha judicial contra o governo. A gestora francesa vai avançar com vários processos judiciais contra o Estado, incluindo um pedido de indemnização milionária que pode ascender a três milhões de euros, avança o Jornal Económico.
O jornal adianta que as ações estão na reta final de preparação e poderão visar os ministérios das Finanças e Infraestruturas e até a própria Inspeção Geral de Finanças (IGF). As queixas na justiça deverão dar entrada já em julho.
"Estamos na reta final de preparação da defesa da Eng. Christine Ourmières-Widener. Obviamente vamos impugnar a justa causa e reclamar os demais danos não patrimoniais sofridos", avançou Inês Arruda, sócia da Vasconcelos, Arruda & Associados, e advogada da ex-CEO da TAP
Christine Ourmières-Widener poderá ainda exigir o pagamento dos salários em falta até 2026, data do fim do seu contrato.
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