Avançar para o conteúdo principal

Nova tecnologia de anticolisão garante aprovação para controlo de drones “fora do campo de visão”



A reguladora americana FAA deu luz verde a voo de drone com capacidade de sair da “linha de visão”, o que são boas notícias para os planos da Amazon.

Nova tecnologia de anticolisão garante aprovação para controlo de drones “fora do campo de visão”
Um dos aspetos que impede as empresas de iniciar as operações de entregas, recorrendo a drones, é a falta da autorização para que estes se deslocassem para lá da linha de visão dos operadores. Essa limitação acaba de ser levantada pela FAA (Federal Aviation Administration) para um teste, autorizando a Universidade do Alasca a completar um voo para lá da linha de visão, avança a Reuters.

As regras impostas pela FAA obrigam a ter um operador no solo, a controlar o dispositivo sem tirar os olhos do mesmo. Mas neste voo de teste, realizado no Alasca sobre um oleoduto, foi utilizada uma nova tecnologia anticolisão produzida pela empresa irlandesa Automation, autorizada pela primeira vez pela entidade reguladora.

É a própria empresa, em comunicado, que refere a aprovação da FAA, depois do teste de cerca de 6 quilómetros, realizado a 31 de julho. Para este teste foi utilizado um drone multirotor de longo alcance e radares terrestres de gestão do espaço aéreo.

Ainda que não signifique uma autorização definitiva, é um bom passo nessa direção. E quem está a “esfregar as mãos” com esta notícia é Jeff Bezos, que desde 2013 está a desenvolver o serviço Prime Air, tendo em junho revelado um novo modelo de drone, capaz de voar até 24 quilómetros e carregar encomendas até 2,3 quilos. O objetivo é oferecer um serviço de entregas até 30 minutos ao destinatário.

Sobre o teste, o próprio administrador da FAA, Dan Elwell, refere que o programa faz avançar a indústria, para uma maior confiança na integração dos drones no espaço aéreo.

https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/nova-tecnologia-de-anticolisao-garante-aprovacao-para-controlo-de-drones-fora-do-campo-de-visao

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Portuguesa DeepNeuronic comprada pela Motorola Solutions

Vasco Lopes e Bruno Degardin  Com esta aquisição, a empresa sediada na Covilhã passa a estar integrada na rede da Motorola Solutions. A atual equipa de 17 pessoas transita para a nova fase. A portuguesa DeepNeuronic, tecnológica portuguesa de inteligência artificial (IA) que desenvolve software que converte câmaras comuns em sistemas de análise em tempo real, foi adquirida pela Motorola Solutions. O valor da operação não foi divulgado. Constituída há cinco anos por Vasco Lopes e Bruno Degardin, a startup usa IA para fazer análise de vídeo em tempo real. O software analisa as imagens no momento em que são captadas por câmaras instaladas em infraestruturas, “interpreta o contexto de cada situação e transforma o vídeo em informação operacional imediata, permitindo às organizações agir enquanto o incidente decorre, e não apenas reconstituí-lo mais tarde”, detalha a empresa. Atualmente, a tecnologia da empresa já opera em aeroportos, pontes, autoestradas, postos de combustível, unidades...

Diminuiu o prazo para considerar um pagamento em atraso. Saiba o que muda

Para alinhar a legislação nacional com a comunitária e combater os pagamentos em atraso nas transações comerciais, uma fatura passa a estar em atraso sempre que passem 30 ou 60 dias. O prazo para considerar que um pagamento está em atraso ficou mais curto, de acordo com a alteração da Lei dos Compromissos e dos Pagamentos em Atraso, que entra em vigor na quinta-feira. Até agora, “consideram-se pagamentos em atraso as contas a pagar que permaneçam nessa situação mais de 90 dias posteriormente à data de vencimento acordada ou especificada na fatura, contrato, ou documentos equivalentes”. Agora, para alinhar a legislação nacional com a comunitária e combater os pagamentos em atraso nas transação comercial, uma fatura passa a estar em atraso sempre que passem 30 ou 60 dias. Estes novos prazos aplicam-se da seguinte forma: 30 dias a contar da data em que o devedor tiver recebido a fatura; 30 dias após a data de receção efetiva dos bens ou da prestação dos serviços quando a data de receção d...