Avançar para o conteúdo principal

Exército francês pediu ajuda a autores de ficção científica para prever ataques tecnológicos



A "red team" estará protegida por um estatuto de confidencialidade. Com a nova equipa, o exército francês pretende dotar-se da criatividade que nem sempre abunda na estratégia militar de reação às diferentes ameaças

Tem a certeza de que a realidade supera a ficção? O exército francês tem uma opinião um pouco diferente – e acredita mesmo que a ficção pode ser a fonte de inspiração para o que aí vem. De acordo com a BBC, a Agência de Inovação para a Defesa acaba de criar uma denominada “red team” composta por autores de ficção científica com o propósito de imaginar potenciais ameaças tecnológicas que poderão vir a ser lançadas por organizações terroristas ou exércitos de países inimigos.

A nova “red team” será composta por quatro a cinco pessoas que deverão imaginar cenários de disrupção que poderão vir a ser lançados com o recurso às mais recentes tecnologias.

A nova equipa estará protegida por um estatuto de confidencialidade. Com a criação da nova equipa, o exército francês pretende dotar-se da criatividade que nem sempre abunda na estratégia militar de reação às diferentes ameaças.

A “red team” não esgota o potencial de inovação previstas pelos militares franceses. Além de sistemas que bloqueiam drones, e pequenas plataformas voadoras capazes de transportar um operacional, o exército francês tem vindo a estudar o uso de robôs em cenários de combate.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2019-07-22-Exercito-frances-pediu-ajuda-a-autores-de-ficcao-cientifica-para-prever-ataques-tecnologicos

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...