Avançar para o conteúdo principal

Pode o ar condicionado ser usado para limpar o ar?



Um conjunto de investigadores do Institute for Micro Process Engineering na Alemanha apresentou um estudo onde defende que os aparelhos de ar condicionado podem ser usados para eliminar o dióxido de carbono do ar.

O estudo destes investigadores ainda não passou do papel e descreve algumas alterações que teriam de ser feitas nos aparelhos de forma a que estes absorvessem o ar quente e também o dióxido de carbono. Um filtro especial seria usado para capturar carbono e água do ar e transformá-los em combustível que pudesse alimentar a casa ou escritório onde o ar condicionado estivesse instalado, noticia o Gizmodo.

Os cientistas explicam que é possível construir uma micro-grelha alimentada com o carbono e, desta forma, contribuir para limpar o ar e não contribuir para aumentar as emissões poluentes. Segundo o relatório, um único edifício de escritórios podera conseguir produzir mais de dois milhões de litros deste combustível num ano.

A comunidade científica está a dar os primeiros passos nas tecnologias de captura e transformação de carbono, com o desafio atual a ser o elevado consumo de energia que é necessário para o fazer: para remover o carbono do ar é necessário usar tanta eletricidade, que acabamos por emitir mais carbono do que o que é captado.

Esta solução, se permitisse um equilíbrio entre o combustível produzido e o que é necessário, já seria um ganho, uma vez que um futuro cada vez mais quente vai significar que precisaremos de mais aparelhos de ar condicionado também.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2019-05-07-Pode-o-ar-condicionado-ser-usado-para-limpar-o-ar-

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Itália vigia navios russos a poucas centenas de km das suas costas: Moscovo reforça-se na Líbia

P-72A - Direitos de autor Aeronautica militare italiana Reforça-se atenção italiana à presença militar russa na Líbia: Tobruk e bases de Moscovo no flanco sul do Mediterrâneo sob maior vigilância Há muito que o flanco oriental da NATO está sob os holofotes devido à presença e às atividades militares russas. Mas, para Itália, há outra frente a acompanhar, muito mais próxima: a meridional, com a Líbia em primeiro plano. A coluna naval russa chegada a Tobruk, no leste do país, depois de atravessar o Mediterrâneo central, reacende a atenção sobre a atividade de Moscovo a poucas centenas de quilómetros das costas italianas. Segundo imagens de satélite (fonte em italiano) analisadas por grupos de inteligência de fonte aberta, as unidades, seguidas durante a travessia pelas forças italianas, transportariam meios blindados e viaturas logísticas. A rota desta coluna naval acrescenta assim mais um elemento à crescente atenção de Roma às atividades militares russas no Mediterrâneo e, sobretudo, a...

Volta: ambientalistas falam em "sistema justo", consumidores queixam-se e municípios alertam para problema nacional

Créditos: Artur Machado (arquivo)  Depois do pedido do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, para o Governo "cancelar de imediato" o sistema de depósito de embalagens Volta, proposta essa já recusada pela ministra do Ambiente, Maria da Graça Carvalho, os municípios falam num problema a nível nacional, que não se restringe apenas à capital portuguesa, pelo que vão avançar com um diagnóstico para encontrar soluções para melhorar o programa. Por seu lado, os ambientalistas falam num projeto "justo", mas é preciso garantir que há "um bom sistema de recolha, onde as pessoas podem facilmente entregar as embalagens". Já a Deco adianta que, desde abril, tem recebido várias queixas dos consumidores. Na terça-feira, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, afirmou que o sistema Volta gerou "um drama social sem precedentes". "Este verão trouxe também um novo desafio: o sistema Volta. A política de reciclagem e de reutilização...