Avançar para o conteúdo principal

Impossible Aerospace desenvolve drone com duas horas de autonomia

A marca corresponde ao quíntuplo daquilo que a maioria dos modelos comerciais é capaz de alcançar.


Impossible Aerospace desenvolve drone com duas horas de autonomia

A Impossible Aerospace é uma startup que faz jus ao nome que escolheu. A empresa norte-americana, especialista no sector dos drones, reclama ter desenvolvido uma bateria que é capaz de manter um drone em voo durante duas horas seguidas. Esta marca corresponde ao quíntuplo daquilo que a maioria dos modelos comerciais é capaz de alcançar.

A tecnológica, que desenvolveu o US-1 para demonstrar as potencialidades do seu sistema, explicou que o drone pode manter-se no ar durante muito tempo, graças à sua estrutura, que é também a sua principal fonte de alimentação. Desta forma, o aparelho consegue compreender mais baterias, ao mesmo tempo que mantém o seu peso.


"Percebemos que é possível criar baterias estruturais, que integram as tecnologias de segurança necessárias para lidar com as imprevisíveis características das baterias de iões lítio", comentou o CEO, Spencer Gore. O empresário, que trabalhou na Tesla e na SpaceX, afirmou que o seu design corresponde ao modelo padrão que as fabricantes deveriam adotar para para combater com as empresas de aeronaves mais comuns.

Note que o US-1 tem uma velocidade máxima de 67 quilómetros por hora e um raio de alcance que supera os 70 quilómetros por hora. A Impossible Aerospace sublinha que a bateria pode ser totalmente carregada no espaço de uma hora.

A empresa já está a vender as primeiras unidades deste US-1, que para além da autonomia se destaca pelos sensores óticos e termais e palo GPS. Estas ferramentas fazem deste drone o gadget perfeito para os quartéis de bombeiros e outras equipas de vigilância que não vêm como muito prática a constante mudança de baterias neste tipo de equipamento.

https://tek.sapo.pt/noticias/computadores/artigos/impossible-aerospace-desenvolve-drone-com-duas-horas-de-autonomia#

Comentários

Notícias mais vistas:

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

Dormir numa bagageira

José Soeiro  O aparato da tecnologia avançada organiza as mais indignas regressões sociais. Radical é uma bagageira ser o quarto de um trabalhador De visita a Lisboa, John chamou um Uber mal chegou ao aeroporto. O carro veio buscá-lo, conta-nos a última edição do Expresso, mas o motorista resistiu a pôr as malas do turista na bagageira. Insistência de um lado e renitência do outro, houve uma altercação, até que a PSP interveio e exigiu que o motorista abrisse a bagageira do carro. Dentro dela, estava um homem - um outro motorista, que faz daquela bagageira o seu quarto, recanto possível para repousar o corpo. Segundo o jornal, não é caso único. A situação é comum entre os migrantes do Indostão a trabalhar para a Uber. Eis a condição extrema dos trabalhadores da gig economy num país europeu do século XXI. Lisboa, paraíso dos nómadas digitais, capital da Web Summit, viveiro de “unicórnios”, sede do centro tecnológico europeu da Uber, “modelo de ouro” das plataformas: cidade sem teto ...

Governo paga 1.876 euros por cada cama que liberte internamentos sociais nos hospitais

Nuno Patrício - RTP O Governo vai pagar 1.876,30 euros por cada cama intermédia no setor social que liberte camas dos hospitais ocupadas com internamentos sociais, anunciou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) em comunicado. Segundo o Governo, o valor é 10% superior ao custo média de uma vaga numa estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) e foi acordado em reunião com a Comissão Permanente do Setor Social e Solidário, que reúne os representantes do setor. Quase 2.800 utentes estavam internados nos hospitais públicos, a meio de janeiro, à espera de resposta social ou de vaga em cuidados continuados, segundo dados da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS). O Governo tinha anunciado há duas semanas a criação de 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, destinadas a pessoas com alta clínica que ainda não podem ser encaminhadas para respostas permanentes, c...