Avançar para o conteúdo principal

Ouvir música ajuda mesmo à concentração?

Investigadores têm analisado o efeito de ouvir música enquanto se trabalha. As conclusões de um estudo recente mostram que ouvir música só ajuda quando se tem em mãos uma tarefa mais criativa.

Na década de 1990, os media chamaram a atenção para um estudo que mostrava que ouvir música de Mozart (e depois vários outros estudos subsequentes sobre Blur, Schubert ou até do audiolivro de Stephen King) permitia aumentar a performance de rotação espacial, que é descrita como rodar uma forma 3D mentalmente para verificar se equivale a outra forma ou não. Mais tarde, estes estudos passaram a não estar relacionados com a música de um artista ou outro e descreveram as condições ótimas para se conseguir trabalhos mais criativos, noticia o The Conversation.

Para tarefas que exijam mais concentração, os investigadores da Academia de Ciências da China descrevem o efeito do som irrelevante. Nestes estudos, os utilizadores são convidados a memorizar sequências de letras e números, enquanto ouvem música. Mesmo que sejam faixas do seu agrado, a memorização tende a ser pior quando há música do que quando só há silêncio. O efeito do som irrelevante mostra que é difícil processar duas fontes de informação que chegam em simultâneo, seja a música e as sequências de letras ou números, seja a música e um trabalho que exija mais concentração.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/ciencia/2017-11-13-Ouvir-musica-ajuda-mesmo-a-concentracao-

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Plataforma pública “Licencia com Inteligência Artificial” vai cortar tempos de espera em “pelo menos 60%”

 O ministro da Reforma do Estado sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de IA, o que deixa mais margem para acelerar a produtividade nacional. O ministro Adjunto e da Reforma do Estado, Gonçalo Saraiva Matias, sublinhou que as empresas portuguesas têm uma baixa adoção de inteligência artificial (IA), mas considera que esse atraso pode transformar-se numa oportunidade para acelerar a produtividade e a competitividade da economia, pela margem por explorar que está disponível. “As nossas empresas têm uma baixa adoção de IA. As pequenas e médias empresas correspondem a 99% do tecido empresarial português e a adoção de IA é baixa. É preciso apoiar estas empresas a introduzir IA nos seus modelos de negócio para poderem competir no plano global”, disse o ministro na Conferência “Futuro do trabalho 5.0”, no estúdio do ECO., na qual se discutiu as novas tendências do trabalho e de que forma a tecnologia as está a moldar. Para além das empresas, outras das prioridades ide...

OpenAI deixa alerta após agentes de IA acederem a sites do governo dos EUA

 A OpenAI afirma ter alertado “dezenas” de instituições por todo o mundo de que os seus sites podem ter sido alvo de acessos indevidos por parte de bots de inteligência artificial (IA). Entre as entidades visadas estão organismos do governo norte-americano, universidades e agências públicas. A empresa OpenAI explicou que os agentes de inteligência artificial foram desenvolvidos e treinados para operar de forma maioritariamente autónoma, tendo como objetivo encontrar “fontes confiáveis de informação pública”. No entanto, alguns terão ultrapassados limites e tentado contornar as medidas de segurança existentes nos sites. Entre as instituições que os bots tentaram aceder estão a Securities and Exchange Commission (SEC), agência federal independente dos Estados Unidos responsável pela regulação dos mercados financeiros e pela proteção dos investidores, o Census Bureau, principal agência estatística do país, e o Departamento de Educação, responsável por matérias relacionadas com a educa...