Avançar para o conteúdo principal

Aqui estão as 60 medidas para a Economia apresentadas pelo Governo


Aqui estão as 60 medidas para a Economia apresentadas pelo Governo © Horacio Villalobos#Corbis/Corbis via Getty Images

Pacote aprovado e apresentado pelo Governo representa "o início de uma fase de crescimento sustentável da economia portuguesa", conforme assumiu o ministro da Economia, Pedro Reis.

As medidas apresentadas passam pela descida do IRC de 21% para 15% até ao ano de 2027, que vai acontecer de forma faseada. Passa a haver um mecanismo de tributação mínima de 15% para grupos multinacionais e nacionais.

Além disso, o Governo aprovou a criação de um regime que permite a compensação intragrupo dos saldos do IVA, com início em janeiro de 2025.

O Governo vai ainda lançar o plano "Estado a pagar em 30 dias", que pretende acelerar os pagamentos do Estado. O primeiro-ministro, Luís Montenegro, assumiu que o objetivo é ter "empresas mais capitalizadas".

Consulte aqui o Pacote 60 medidas economia e relembre todas as 60 medidas.

O ministro da Economia, Pedro Reis, considerou ainda que estas medidas são "uma saraivada positiva, em cima da burocracia e da falta de competitividade". O programa "é uma primeira resposta, em várias frentes, para libertarmos essa energia da nossa economia", considerou Pedro Reis.  


Aqui estão as 60 medidas para a Economia apresentadas pelo Governo (noticiasaominuto.com)


Comentário do Wilson:

das 3 medidas elancadas neste artigo, a primeira foi uma promesa eleitoral, a segunda é uma imposição de Bruxelas e a terceira é a nossa vergonha.

De facto ter como meta "Estado pagar a 30 dias" até o final da legislatura... é uma vergonha e a confirmação que o Estado é mau pagador.

Se o Estado pagasse sempre a 30 dias haveria mais interessados em fornecer ao Estado e os preços desceriam. Actualmente o Estado paga uma factura pesada aos seus fornecedores porque os mais competetivos recusam-se a fornecer o Estado, ou então pedem preços maiores porque já sabem que não vão ser pagos a tempo e horas, mesmo assim só os que têm músculo financeiro para suportar os atrasos do Estado.

O pior é que há fornecedores inexperientes que fornecem ao Estado e depois tem que abrir falência porque não receberam a tempo e horas conforme está nos contratos.

Comentários

Notícias mais vistas:

Vem aí um Super El Niño histórico em 2026: o que significa para Portugal

  Se tens acompanhado as notícias sobre o clima, já percebeste que a meteorologia de 2026 promete ser muito complicada. Efetivamente, os especialistas do portal  lusometeo.com  alertam que a formação de um Super El Niño em 2026 é agora uma certeza absoluta e os modelos matemáticos mostram dados extremos. Por isso, preparamo-nos para enfrentar o episódio mais violento do último século. O oceano Pacífico Equatorial Leste pode registar um aumento assustador de três graus centígrados acima da média, criando uma bomba-relógio atmosférica. Super El Niño histórico em 2026: afinal, como é que isto afeta o nosso país? Antes de mais, existe um mito muito comum que precisa de ser desfeito imediatamente. Como explica claramente a equipa do portal lusometeo.com, este fenómeno não tem uma ligação direta com o estado do tempo diário em Portugal. Neste sentido, não vais sentir um impacto meteorológico automático no teu quintal só porque o Pacífico aqueceu. Contudo, isto não significa de ...

Constância e Caima

  Fomos visitar Luís Vaz de Camões a Constância, ver a foz do Zêzere, e descobrimos que do outro lado do arvoredo estava escondida a Caima, Indústria de Celulose. https://www.youtube.com/watch?v=w4L07iwnI0M&list=PL7htBtEOa_bqy09z5TK-EW_D447F0qH1L&index=16

Preços dos combustíveis: Quanto é que o Estado está a arrecadar a mais?

 A DECO PROteste considera que o desconto no ISP é uma medida positiva, mas com os combustíveis acima de dois euros por litro é preciso ir mais longe. Os preços dos combustíveis têm estado a subir no seguimento da guerra no Médio Oriente e o Governo anunciou um desconto no Imposto sobre Produtos Petrolíferos (ISP) para mitigar o impacto. Segundo cálculos da DECO PROteste, com esta medida há um "valor praticamente neutro da receita fiscal para o Estado", mas a organização de defesa do consumidor considera que é necessário ir mais longe.  "Atualmente, na gasolina simples, cerca de 98 cêntimos de cada litro de combustível pago pelos consumidores correspondem a taxas e impostos, como o IVA, o ISP e a taxa de carbono. No gasóleo, esse valor é de cerca de 84 cêntimos por cada litro de combustível. A estes valores, acresce ainda a imposição de incorporação de biocombustíveis, o que pressupõe mais um custo para o consumidor. Por isso, sempre que o preço base dos combustíveis sob...