Avançar para o conteúdo principal

Saldo da dívida direta do Estado aumenta 3,14% em 2023 para 296 mil ME

 


No final de 2022, o saldo da dívida direita do Estado era 287.019 milhões de euros.

O saldo da dívida direta do Estado atingiu, em 31 de dezembro de 2023, 296.037 milhões de euros, aumentando 3,14% em termos homólogos e 5,7% em cadeia, de acordo com o IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública.

No seu boletim mensal, hoje publicado, a entidade referiu que a variação face a novembro “resultou, maioritariamente, do aumento do saldo vivo de CEDIC [Certificado Especial de Dívida Pública de Curto Prazo] no valor de 18.444 milhões de euros e do empréstimo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) no montante de 585 milhões de euros”.

Em sentido inverso, o IGCP assinala as reduções dos saldos vivos em Obrigações do Tesouro (OT) em 1.731 milhões de euros e dos Medium Term Notes (MTN) denominados em euros em 750 milhões de euros, “como resultado das operações de recompra realizadas durante o mês de dezembro”.

De igual forma, o saldo vivo dos MTN em dólares também baixou, em 301 milhões de euros, “em consequência das recompras realizadas bem como devido ao efeito decorrente das flutuações cambiais deste instrumento avaliado ao câmbio do último dia de dezembro”.

Em dezembro, o saldo vivo de Certificados do Tesouro (CT) baixou 179 milhões de euros, para 11.032 milhões de euros, o dos Certificados de Aforro (CA) em cinco milhões de euros, para 34.059 milhões de euros e o dos Bilhetes do Tesouro 35 milhões de euros, para 2.968 milhões de euros.

No final de 2022, o saldo da dívida direita do Estado era 287.019 milhões de euros.


Saldo da dívida direta do Estado aumenta 3,14% em 2023 para 296 mil ME (dinheirovivo.pt)


Comentários

Notícias mais vistas:

Este restaurante é tão bom que há pessoas proibidas por lei de irem lá comer

  Não é um local que sirva para ir todos os dias, mas antes em ocasiões bastante especiais. Ainda assim, nem nessas circunstâncias algumas pessoas podem entrar, mesmo que ninguém saiba porquê Como refúgio secreto outrora reservado aos antigos imperadores da China, para além da vigilância dos homens de negro que guardam a entrada em frente ao histórico Templo Lama de Pequim, um estreito caminho de pedra conduz silenciosamente a um pátio. A névoa flutua suavemente ao longo da passadeira. No final do mesmo, uma mulher envolta num manto simples sobre um vestido tradicional chinês aguarda junto a um muro caiado que protege o pátio das ruas movimentadas da antiga Pequim. Com um gesto delicado, convida os visitantes a entrar no restaurante. Não é o tipo de restaurante que se frequenta todos os dias. É um local reservado para ocasiões especiais: pedidos de casamento, aniversários ou receções. Contudo, há um tipo de convidado que não pode desfrutar do elegante estabelecimento, nem mesmo em ...

Construção da maior central solar em Portugal encravada há mais de dois anos na justiça, apesar de aprovada

Santa Luzia in northeastern Brazil.  EPA/SEBASTIAO MOREIRA  Desde 2024 que a autorização ambiental dada à central solar Fernando Pessoa foi suspensa por decisão do juiz e após impugnação do Ministério Público. Agência do Ambiente recorreu, mas não há decisão. A maior central solar aprovada para Portugal, com mais de mil megawatts (MW) de potência, está parada há mais de dois anos, na sequência de processos judiciais colocados contra a aprovação emitida pelas autoridades ambientais. A atribulada história do projeto, que foi batizado com o nome do poeta Fernando Pessoa, mostra que o licenciamento ambiental — por intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza de Florestas) — nem sempre é o maior obstáculo à execução dos projetos de energias renováveis. A central solar fotovoltaica Fernando Pessoa está prevista para o concelho de Santiago do Cacém e obteve uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em jane...

Sonae Sierra compra nove supermercados Mercadona a fundo israelita

 O braço imobiliário da Sonae soma, com esta operação, mais 15 mil metros quadrados de superfície na Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura. ASonae Sierra adquiriu uma carteira de nove supermercados Mercadona, em Espanha, ao fundo israelita MDSR. Com esta operação, realizada através do Hahn Sierra Food Retail Fund, o braço imobiliário da Sonae soma mais 15 mil metros quadrados de superfície na Catalunha, Aragão, Andaluzia, Astúrias, Navarra e Extremadura. Os nove ativos, arrendados a longo prazo à empresa de distribuição espanhola, oferecem uma “exposição diversificada tanto por geografias como por áreas de influência comercial”, segundo nota da Savills, a consultora imobiliária que assessorou a operação. O valor da operação não foi avançado, mas o fundo israelita tinha comprado 27 centros à própria Mercadona em 2021, numa operação avaliada em 100 milhões de euros. Também a EY assessorou, legalmente, a Sonae Sierra, enquanto a Eversheeds Sutherland apoiou o v...