Avançar para o conteúdo principal

Relonch is a camera and photo editing service that costs $99 per month

No screen, no flash, no settings, no SD card: Relonch, a $99-per-month APS-C fixed lens camera and photo editing service currently in beta, sounds like a whole lot of nope right off the bat. But its creators think they've found a way to bring better photography to the masses.

If Relonch sounds familiar, you might be remembering the prototype iPhone case that held an APS-C image sensor that the company unveiled at Photokina 2014. What became a photo editing app fed into the latest concept, a 'camera as a service.'

That camera is the Relonch 291, a 20MP APS-C camera 'based on Samsung Galaxy NX technology' with a fixed prime lens. It offers just one shooting mode, and button: the shutter release. There's no way to save photos directly from the camera – what Relonch does offer is a 4G connection to automatically transfer captured images to its server and uses AI to select what it deems to be the best images and processes them. Edited images are transferred back to the user via a mobile app the next day.

The company hopes to make Relonch available globally in 2018. Until then, the service is in beta testing as its processing algorithms are refined. In the meantime, if you're in Palo Alto you can visit their showroom to try one out for three days. If you like what you see, you can 'reserve' Relonch now for $99 (fully refundable), but you'll be looking at a wait until at least mid 2018.

Fast Company's Emily Price took one for a spin and found some aspects of the experience appealing, but was ultimately disappointed when photos didn't meet Relonch's AI's quality standards. There's also an argument to be made about cost – over the course of a year Relonch will cost its user $1200. For that kind of money, you can be the proud owner of a really nice APS-C camera. But that may be beside the point for Relonch's target audience.

Is this something you would consider recommending to your friends and family who find 'professional' cameras too intimidating? Let us know what you think.

https://www.dpreview.com/news/7563884632/relonch-is-a-camera-and-photo-editing-service-all-in-one-that-costs-99-per-month

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...