Avançar para o conteúdo principal

Amazon patenteia armazém voador

A Amazon está a investir nos drones para fazer entregas. Agora, sabe-se que tem um registo de patente para um armazém que flutua no ar onde os drones podem ir buscar os produtos.

O registo da patente da Amazon detalha o funcionamento de um «centro de armazenamento flututante a ser usado por veículos não tripulados para fazerem as entregas de artigos», ou seja, uma nave gigante de abastecimento de drones. Este armazém estaria apto a voar até 13 mil metros de altitude e depois seria a base para vários drones saírem e fazer entregas.

A ideia da Amazon é usar depois pequenos aviões para reabastecer o armazém com combustível, com outras encomendas para serem distribuídas e eventualmente com humanos para proceder à manutenção.

Esta solução vai permitir à Amazon garantir que as entregas são feitas com recurso a menos combustível e de uma forma mais rápida. A própria natureza móvel do armazém faz com que a Amazon tenha uma maior flexibilidade para se ajustar a stocks e à procura dos utilizadores, explica o The Verge, dando como exemplo a proximidade a um evento desportivo permitir a entrega de merchandising do jogo e das equipas, de forma rápida.

Nesta fase, a ideia do armazém não passa de uma patente, não havendo qualquer indicação sobre quando é que a solução poderá estar a cruzar os céus.

http://exameinformatica.sapo.pt/noticias/mercados/2016-12-30-Amazon-patenteia-armazem-flutuante

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Construção da maior central solar em Portugal encravada há mais de dois anos na justiça, apesar de aprovada

Santa Luzia in northeastern Brazil.  EPA/SEBASTIAO MOREIRA  Desde 2024 que a autorização ambiental dada à central solar Fernando Pessoa foi suspensa por decisão do juiz e após impugnação do Ministério Público. Agência do Ambiente recorreu, mas não há decisão. A maior central solar aprovada para Portugal, com mais de mil megawatts (MW) de potência, está parada há mais de dois anos, na sequência de processos judiciais colocados contra a aprovação emitida pelas autoridades ambientais. A atribulada história do projeto, que foi batizado com o nome do poeta Fernando Pessoa, mostra que o licenciamento ambiental — por intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza de Florestas) — nem sempre é o maior obstáculo à execução dos projetos de energias renováveis. A central solar fotovoltaica Fernando Pessoa está prevista para o concelho de Santiago do Cacém e obteve uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em jane...

Como a Google está a transformar smartphones antigos em pequenos servidores

Os smartphones antigos podem ter um destino bem diferente da reciclagem ou de uma gaveta esquecida.  Projeto da Google reutiliza motherboards de smartphones reformados para reduzir a necessidade de fabricar novo hardware. Um projeto apoiado pela Google Research está a demonstrar que é possível reutilizar a motherboard destes equipamentos para criar uma plataforma de computação de baixo impacto ambiental, prolongando a vida útil do hardware e reduzindo a necessidade de produzir novos servidores para determinadas workloads. Reutilizar a parte mais valiosa do smartphone O projeto está a ser desenvolvido por investigadores da Universidade da Califórnia em San Diego, com o apoio da Google Research. Em vez de aproveitarem o smartphone completo, a equipa reutiliza apenas a motherboard, onde se encontram o processador, a memória e o armazenamento, componentes que representam cerca de metade da pegada de carbono incorporada do dispositivo. Depois de removerem os restantes componentes, como ...