Avançar para o conteúdo principal

A Glovo está metida em problemas (no país onde foi criada)



Por Wilson:

A Globo, UBER, Bolt, Lift, etc são plataformas electrónicas que permitem que qualquer pessoa possa, nos seus tempos livres, seja estafeta ou motorista.

Mas o governo socialista, quer de Pedro Sanches em Espanha quer de António Costa em Portugal, legislou no sentido de estas pessoas serem consideradas empregadas o que distorce completamente a lógica que criou estas ferramentas e acabam por destrui-las, com preguiço de todos: motoristas/estafetas, consumidores e contribuintes.


 Negócio passou a não ser rentável. Mas os problemas vão para além das contas: há tribunais e Segurança Social pelo meio.


A Glovo foi fundada há cerca de 10 anos em Espanha e é em Espanha que está a atravessas problemas sérios. A dois níveis.


O negócio de entregas ao domicílio não tem sido rentável e a situação financeira é complicada, já há alguns anos.


Mas há outro assunto por resolver: questões legais.


A empresa é acusada de não regularizar a situação profissional dos motoristas. Tem de pagar mais de 200 milhões de euros à Autoridade do Trabalho em Espanha.


As autoridades espanholas, explica o portal Sifted, acusam a Glovo de violar a lei do país: não classifica alguns motoristas como funcionários da empresa. Oficialmente são freelancers, não empregados da Glovo.


Ou seja, por não declarar tudo, por não dar contratos de trabalho aos funcionários, a Glovo tem pagado menos à Segurança Social – e agora foi descoberto que deve milhões de euros em contribuições.


Nesta segunda-feira, noticia o El País, a startup conseguiu adiar o pagamento de mais de 67 milhões de euros. Precisamente porque a Justiça percebeu que pagar esse valor iria colocar a Glovo numa “situação extrema”.


No entanto, apesar deste “oxigénio financeiro”, há poucos dias foi aplicada nova multa à empresa – que percebe que os problemas em tribunais estão longe do fim.


E mais: adiar o pagamento desta multa também aumenta o valor da mesma. Passam a ser cerca de 70 milhões de euros, caso venha a ser paga.


A Glovo estima que, ao longo do ano passado, teve prejuízos de 209 milhões de euros. E tinha sido o dobro em 2022.


A proprietária da Glovo, a Delivery Hero, assegura que o sistema de contratação está totalmente de acordo com a lei (a empresa mudou o sistema e passou a contratar motoristas que não estavam nos quadros).


A Glovo está metida em problemas (no país onde foi criada) (aeiou.pt)


Comentário do Wilson:

Este é o resultado da política socialista que quis transformar os estafetas/motoristas a empregados.

A Globo, UBER, Bolt, Lift, etc são plataformas electrónicas que permitem que qualquer pessoa possa, nos seus tempos livres, seja estafeta ou motorista mas o governo socialista quer de Pedro Sanches em Espanha quer de António Costa em Portugal legislou no sentido de estas pessoas serem consideradas empregadas o que distorce completamente a lógica que criou estas ferramentas e acabam por destrui-las, com preguiço de todos: motoristas/estafetas, consumidores e contribuintes.

Comentários

Notícias mais vistas:

Vem aí um Super El Niño histórico em 2026: o que significa para Portugal

  Se tens acompanhado as notícias sobre o clima, já percebeste que a meteorologia de 2026 promete ser muito complicada. Efetivamente, os especialistas do portal  lusometeo.com  alertam que a formação de um Super El Niño em 2026 é agora uma certeza absoluta e os modelos matemáticos mostram dados extremos. Por isso, preparamo-nos para enfrentar o episódio mais violento do último século. O oceano Pacífico Equatorial Leste pode registar um aumento assustador de três graus centígrados acima da média, criando uma bomba-relógio atmosférica. Super El Niño histórico em 2026: afinal, como é que isto afeta o nosso país? Antes de mais, existe um mito muito comum que precisa de ser desfeito imediatamente. Como explica claramente a equipa do portal lusometeo.com, este fenómeno não tem uma ligação direta com o estado do tempo diário em Portugal. Neste sentido, não vais sentir um impacto meteorológico automático no teu quintal só porque o Pacífico aqueceu. Contudo, isto não significa de ...

Constância e Caima

  Fomos visitar Luís Vaz de Camões a Constância, ver a foz do Zêzere, e descobrimos que do outro lado do arvoredo estava escondida a Caima, Indústria de Celulose. https://www.youtube.com/watch?v=w4L07iwnI0M&list=PL7htBtEOa_bqy09z5TK-EW_D447F0qH1L&index=16

Supercarregadores portugueses surpreendem mercado com 600 kW e mais tecnologia

 Uma jovem empresa portuguesa surpreendeu o mercado mundial de carregadores rápidos para veículos eléctricos. De uma assentada, oferece potência nunca vista, até 600 kW, e tecnologias inovadoras. O nome i-charging pode não dizer nada a muita gente, mas no mundo dos carregadores rápidos para veículos eléctricos, esta jovem empresa portuguesa é a nova referência do sector. Nasceu somente em 2019, mas isso não a impede de já ter lançado no mercado em Março uma gama completa de sistemas de recarga para veículos eléctricos em corrente alterna (AC), de baixa potência, e de ter apresentado agora uma família de carregadores em corrente contínua (DC) para carga rápida com as potências mais elevadas do mercado. Há cerca de 20 fabricantes na Europa de carregadores rápidos, pelo que a estratégia para nos impormos passou por oferecermos um produto disruptivo e que se diferenciasse dos restantes, não pelo preço, mas pelo conteúdo”, explicou ao Observador Pedro Moreira da Silva, CEO da i-charging...