Avançar para o conteúdo principal

Na televisão russa discute-se a anexação de Portugal: "Os portugueses viveriam muito bem como parte do império russo"



No canal estatal russo Rossiya 1, Vladimir Solovyov sugeriu que depois de "desnazificar a Alemanha" a Rússia deveria anexar Portugal, antes de virar a sua atenção para os Estados Unidos da América.


 "Os portugueses viveriam muito bem como parte do império russo", disse Solovyov, após interromper um convidado que insistia que Portugal e Rússia nunca fizeram parte da mesma nação.


Margarita Simonyan, editora-chefe do Russia Today, sai em defesa de Solovyov, realçando que, apesar de a Rússia não precisar da nação portuguesa, "gostaria muito" de a ter.


Esta questão tem sido por vezes debatida na televisão russo, tendo mais ênfase depois da invasão da Ucrânia por parte de Moscovo. No programa de Vladimir Solovyov, é frequente os convidados abordarem possíveis "operações militares especiais" em países vizinhos que pertencem à NATO e já demostraram apoio Ucrânia.


Um dos principais temas discutido neste painel de comentadores, em específico,  foi sobre onde é que a Rússia deveria parar após "libertar" a Ucrânia. Para Solovyov, a Rússia deve tentar "libertar Lisboa", uma cidade onde se “consegue ver a Estátua da Liberdade desde daqui quando o tempo está bom”.


Na televisão russa discute-se a anexação de Portugal: "Os portugueses viveriam muito bem como parte do império russo" - Atualidade - SAPO 24


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Portugal com terceira maior subida do PIB na zona euro no segundo trimestre

 Na comparação com o primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na área do euro e 0,5% na UE, e Portugal apresentou a quarta maior subida em cadeia (0,8%). A economia da zona euro avançou, no segundo trimestre, 1,0% e a da União Europeia (UE) 1,2%, face ao período homólogo, com Portugal a registar a terceira maior subida (2,5%), divulga hoje o Eurostat. Na comparação com o primeiro trimestre, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,4% na área do euro e 0,5% na UE, e Portugal apresentou a quarta maior subida em cadeia (0,8%). Entre os Estados-membros, os maiores crescimentos homólogos do PIB registaram-se, entre abril e junho, na Lituânia (3,8%), na Suécia (2,8%), em Portugal e na Finlândia (2,8% cada), tendo a única quebra sido apresentada pela Irlanda (-5,6%). Comparando com o primeiro trimestre, de acordo com os dados do gabinete estatístico da UE, a Irlanda (3,9%) registou o maior aumento no PIB, seguida pela Lituânia (1,7%) e pela Suécia (1,4%). As taxas de ...

Portugueses aceleram na guerra das estrelas protegendo 600 satélites no espaço

Com clientes como a NATO ou a Agência Espacial Europeia, empresa portuguesa já vigia mais de 600 satélites no espaço contra todo o tipo de ameaças e ataques de atores mal-intencionados. Há uma empresa portuguesa que está a acelerar na guerra das estrelas, uma referência ao programa de defesa dos Estados Unidos na década de 80 que previa um conflito entre as maiores potências mundiais no próprio espaço. O programa dos EUA já acabou há muito, mas as questões de defesa no espaço estão na ordem do dia e a Neuraspace, de Coimbra, angariou agora quase 16 milhões de euros para acelerar a expansão internacional das suas soluções comerciais e de defesa. A companhia é especialista em soluções de vigilância espacial e gestão de tráfego espacial, baseadas em inteligência artificial, vigiando 600 satélites no espaço, contando com clientes como a NATO ou a Agência Espacial Europeia (ESA). “Os recursos captados irão impulsionar o desenvolvimento das capacidades comerciais e de defesa da Neuraspace, c...