Avançar para o conteúdo principal

Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade!



Depois de vários aumentos sucessivos na conta de eletricidade, uma situação que até levou vários consumidores Portugueses a mudar de operadora, e até a forma como utilizam os seus aparelhos eletrónicos no dia-a-dia. É incrível ficar a saber que Portugal está tão bem neste departamento nos dias que correm, que tal e qual como Espanha, nem sabe o que fazer a tanta energia elétrica.


Portugal fez uma grande aposta nas energias renováveis, e está a começar a colher alguns frutos.


Será que vamos ter uma queda de preços no horizonte? Isto mesmo tendo em conta que o custo da eletricidade em Portugal até está abaixo da média Europeia? (Link)


Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade!

Electricity Map – https://app.electricitymaps.com/map (Uma empresa dinamarquesa com a missão de organizar os dados de eletricidade do mundo para impulsionar a transição para um sistema de eletricidade verdadeiramente descarbonizado.)


Nos últimos dias, Portugal e Espanha têm gerado tanta energia renovável, que pura e simplesmente não sabem o que lhe fazer. A eletricidade está essencialmente “grátis” no mercado spot.


Isto é algo que poderá trazer algumas mudanças de preço ao mercado, e finalmente ajudar os Portugueses a aligeirar os seus encargos mensais. Algo especialmente importante nesta altura do ano, em que os tempos mais frios e chuvosos se aproxima, e existe sempre uma vontade de ligar aquele aquecedor ou radiador à tomada.


Curiosamente, caso não saiba, Portugal até costuma utilizar um sistema de armazenamento hidrográfico (Hydro Storage) para conseguir “guardar” energia barata ao bombear água. Porém, isso não está a acontecer neste momento apenas e só por falta de necessidade. Aliás, a grande maioria das barragens do centro/norte do país estão muito perto da sua capacidade máxima.


Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade! - Leak


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Quimioterapia com "efeitos secundários mínimos". A descoberta na luta contra o cancro que tem a mão de duas portuguesas

 Diana Fernandes e Fernanda Andrade integram a equipa de investigadores que desenvolveu um hidrogel injetável que pode estar perto de revolucionar a quimioterapia como hoje a conhecemos. Quiseram "humanizar" o tratamento e tornar "mínimos" os seus efeitos secundários. Os tumores sólidos são os alvos do tratamento, como cancro do ovário, cérebro, mama ou pâncreas É macio, injetável, biodegradável e feito com compostos naturais. São as principais características do novo hidrogel desenvolvido por investigadores do Instituto de Investigação Vall d’Hebron (VHIR) que pode simbolizar um verdadeiro ponto de viragem na luta contra o cancro. Composta por celulose e quisotano, esta formulação local funciona como um “sistema de depósito” que vai libertando o fármaco da quimioterapia “pouco a pouco, durante um longo período de tempo”, com precisão junto da zona do tumor. É o que explica à CNN Portugal a principal investigadora do projeto, Diana Fernandes, 39 anos, doutorada em T...

CRA: a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos

 A União Europeia está a mudar a forma como a cibersegurança é encarada. Com o Cyber Resilience Act (CRA), a segurança deixa de ser apenas uma preocupação das organizações e passa também a ser uma obrigação diretamente associada aos produtos digitais colocados no mercado europeu. Cyber Resilience Act (CRA): a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos A nova legislação estabelece requisitos obrigatórios de cibersegurança para produtos com elementos digitais, abrangendo desde software e sistemas operativos a dispositivos IoT, equipamentos conectados e determinados componentes de infraestrutura. O objetivo é simples: os produtos digitais devem ser concebidos, desenvolvidos e mantidos tendo a segurança em conta desde o início e durante todo o seu ciclo de vida. O que é o Cyber Resilience Act? O CRA é uma regulamentação europeia que estabelece requisitos de cibersegurança para produtos com elementos digitais comercializados na União Europeia. A grande mudança es...