Avançar para o conteúdo principal

Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade!



Depois de vários aumentos sucessivos na conta de eletricidade, uma situação que até levou vários consumidores Portugueses a mudar de operadora, e até a forma como utilizam os seus aparelhos eletrónicos no dia-a-dia. É incrível ficar a saber que Portugal está tão bem neste departamento nos dias que correm, que tal e qual como Espanha, nem sabe o que fazer a tanta energia elétrica.


Portugal fez uma grande aposta nas energias renováveis, e está a começar a colher alguns frutos.


Será que vamos ter uma queda de preços no horizonte? Isto mesmo tendo em conta que o custo da eletricidade em Portugal até está abaixo da média Europeia? (Link)


Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade!

Electricity Map – https://app.electricitymaps.com/map (Uma empresa dinamarquesa com a missão de organizar os dados de eletricidade do mundo para impulsionar a transição para um sistema de eletricidade verdadeiramente descarbonizado.)


Nos últimos dias, Portugal e Espanha têm gerado tanta energia renovável, que pura e simplesmente não sabem o que lhe fazer. A eletricidade está essencialmente “grátis” no mercado spot.


Isto é algo que poderá trazer algumas mudanças de preço ao mercado, e finalmente ajudar os Portugueses a aligeirar os seus encargos mensais. Algo especialmente importante nesta altura do ano, em que os tempos mais frios e chuvosos se aproxima, e existe sempre uma vontade de ligar aquele aquecedor ou radiador à tomada.


Curiosamente, caso não saiba, Portugal até costuma utilizar um sistema de armazenamento hidrográfico (Hydro Storage) para conseguir “guardar” energia barata ao bombear água. Porém, isso não está a acontecer neste momento apenas e só por falta de necessidade. Aliás, a grande maioria das barragens do centro/norte do país estão muito perto da sua capacidade máxima.


Portugal não sabe o que fazer a tanta eletricidade! - Leak


Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Edmundo González deve assumir presidência "de imediato", diz Nóbel da Paz, María Corina

© Ole Berg-Rusten / NTB / AFP via Getty Images  A líder da oposição na Venezuela e Prémio Nobel da Paz, María Corina Machado, defendeu hoje que o antigo candidato opositor Edmundo González Urrutia deverá "assumir de imediato" o mandato presidencial, após os Estados Unidos terem capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro. "Esta é a hora dos cidadãos. Os que arriscaram tudo pela democracia no 28 de julho [de 2024]. Os que elegemos Edmundo González Urrutia como legítimo Presidente da Venezuela, que deve assumir de imediato o seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante supremo das Forças Armdas nacionais", afirmou María Corina, distinguida com o Nobel da Paz 2025, num comunicado divulgado nas redes sociais.   "Hoje estamos preparados para fazer valer o nosso mandato e tomar o poder", disse, numa alusão às eleições presidenciais de 28 de julho de 2024, nas quais Maduro foi reeleito para um terceiro mandato, apesar de a oposição reclamar a vi...

Bulgária torna-se 21.º país a aderir ao euro

Foto: Dado Ruvic- Reuters  Zona Euro tem na Bulgária o seu vigésimo primeiro membro. Trata-se, diz o BCE, de "um marco" para este país que entrou na União Europeia em 2007. A Bulgária torna-se hoje no 21.º país membro da zona euro, com a adoção oficial da moeda única, um marco histórico contestado pela população e que ocorre numa altura em que o país enfrenta instabilidade política. Até agora, a zona euro era composta por 20 países, que utilizam o euro como moeda oficial e participam nas decisões comuns de política monetária através do Banco Central Europeu (BCE), mas, com a entrada hoje concretizada da Bulgária, a moeda única passa a ser usada por 21 Estados-membros. Enquanto para a zona euro a entrada da Bulgária amplia o mercado interno, fortalece a estabilidade regional e envia um sinal de coesão comunitária num contexto geopolítico turbulento, para Sófia abandonar o lev búlgaro significa passar a participar diretamente nas decisões do BCE e integrar plenamente os mecanis...