Avançar para o conteúdo principal

Já há rede móvel Digi na sua zona? Saiba já como pode ver



 Pelo país, há informações que a Digi está a trabalhar nas suas próprias infraestruturas de comunicações. Os testes à rede já começaram e já é inclusive possível saber se na sua zona já há cobertura da operadora romena.


Como saber se já há rede Digi na sua zona?

De acordo com informações que chegaram ao Pplware, a rede móvel Digi está neste momento identificada como 26802. Para saber se já há cobertura na sua zona, basta ir às Definições do seu smartphone > Rede Móvel e na seleção de rede tirar o visto de automático. Após esta alteração, deverá aparecer a lista de redes detetadas pelo seu smartphone.


No iPhone ir a Definições > Dados Móveis > SIM (rede atual) > Seleção da rede


No Android ir a Definições > Rede Móvel > Dados Móveis > Operadora > Desativar a seleção de rede automática


A DIGI é uma empresa de telecomunicações com raízes na Roménia que atua principalmente na Europa, oferecendo serviços de comunicações móveis, Internet e TV. A empresa é conhecida por fornecer serviços de telecomunicações com uma boa relação custo-benefício, muitas vezes com preços competitivos e pacotes atraentes para os seus clientes.


Numa publicação feita no LinkedIn (em março deste ano), Ricardo José Saraiva, refere que "atualmente o mapa da Caça às Antenas da DIGI Portugal conta com o registo de mais de 2000 sites no Continente e Ilhas, pode ser consultado no endereço https://lnkd.in/eY4dEjSW".


A Digi Communications entrou no nosso país após ter adquirido oito lotes de frequências entre 800 MHx e 3600MHz por 67 milhões de euros em 2022. A empresa tem já vários colaboradores em Portugal e o objetivo é fornecer os melhores serviços de telecomunicações ao mais baixo preço. De referir que este é um mapa não oficial.


Já há rede móvel Digi na sua zona? Saiba já como pode ver (sapo.pt)


Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...