Avançar para o conteúdo principal

Segway S-Pod: será este o inovador futuro dos transportes?


A Segway acredita que o Segway S-Pod pode ser a aposta ideal para uma pessoa se deslocar em espaços fechados, como aeroportos, parques temáticos ou até centros comerciais. Também acaba por ser muito mais cómodo, até porque os passageiros já não vão ter de estar em pé durante a viagem.

Segway S-Pod: será este o inovador futuro dos transportes?
A Segway espera que a sua última criação tenha o mesmo tipo de impacto que o dispositivo de estreia conquistou há quase duas décadas atrás.

Enquanto a maioria dos Segways é considerada um dispositivo de transporte pessoal, o Segway S-Pod é melhor descrito como um transportador pessoal. Ele opera com o mesmo princípio básico de outros Segways – um veículo de duas rodas com equilíbrio próprio -, mas em vez de ser usado como uma espécie de hoverboard, ele funciona como uma espécie de carruagem futurista … ou a uma cadeira de rodas de alta tecnologia.

Assim como as versões motorizadas desta última, o S-Pod é controlado através de um pequeno joystick, em vez de inclinar-se fisicamente para a frente ou para trás. Presumivelmente, isto deve tornar a curva de aprendizagem muito menos acentuada em comparação com os outros Segways.

Este veículo pessoal é capaz de atingir uma velocidade máxima de quase 40 km/h e proporciona um raio de viragem apertado devido ao seu design de duas rodas. Ele pesa cerca de 330 quilos e tem um alcance de 43,5 milhas com uma única carga conforme afirmou um responsável.


Falando em design, a subsidiária da Ninebot afirmou que a Girosfera do Mundo Jurássico serviu de inspiração para o S-Pod.

A última criação da Segway estará em exibição na CES na próxima semana. Entretanto, esta empresa afirmou ao The Verge que o S-Pod será lançado em algum momento no terceiro trimestre de 2020.

https://www.leak.pt/segway-s-pod-sera-este-o-inovador-futuro-dos-transportes/

Comentários

Notícias mais vistas:

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

ADSE muda regras dos óculos: reembolso passa a ter limite anual de 180 euros

 A ADSE vai alterar as regras de reembolso dos óculos, introduzindo um teto anual de 180 euros no regime livre, mantendo a comparticipação de 80%. Deixa assim de haver limites quanto ao número de armações e lentes, que até agora eram definidos por períodos de três anos. As mudanças abrangem também exames e cirurgias, com revisão da tabela de preços da radiologia e da gastroenterologia e inclusão de novos atos, sobretudo TAC e ressonâncias magnéticas, permitindo acesso a técnicas mais avançadas sem aumento dos encargos para os beneficiários, segundo avançou o ECO. As alterações terão um impacto orçamental estimado em 15,4 milhões de euros por ano para a ADSE, sistema de proteção na doença da função pública. A revisão das tabelas de preços abrange cerca de 200 atos médicos e inclui mais de uma centena de novos códigos, sobretudo na área da radiologia, com o objetivo de atualizar os valores de referência e alargar o acesso a cuidados mais diferenciados. ADSE muda regras dos óculos: re...