Avançar para o conteúdo principal

Americano morre a tentar provar que a Terra é plana

'Mad' Mike construiu um foguetão caseiro.

Mike Hughes, conhecido por defender teorias terraplanistas, morreu no sábado depois do lançamento de um foguetão, feito pelo próprio, ter sido mal sucedido. O aparelho acabou por cair no deserto da Califórnia.

Segundo o site Space.com, Hughes fez o lançamento para um programa de TV chamado Homemade Astronauts (astronautas caseiros, em tradução livre), da emissora Science Channel, e pretendia alcançar uma altitude de 1,5 mil metros.

Um vídeo publicado no Twitter mostra o foguetão a ser lançado e a cair pouco depois, perto da cidade californiana de Barstow. É possível ainda ver um paraquedas a soltar-se segundos após a descolagem, aparentemente, cedo demais.


As imagens podem chocar:

https://twitter.com/justindchapman/status/1231336002175717376


De acordo com a BBC, o departamento da polícia de San Bernardino foi alertado para a ocorrência às 14 horas de sábado, tendo confirmado apenas que um homem tinha morrido na sequência de uma queda de um foguetão no deserto. Porém, o agente de Mike Hughes confirmou a morte à imprensa.

O piloto norte-americano de 64 anos já tinha tentado lançar-se para o espaço em 2018. Já na altura o lançamento tinha corrido mal: acabou por aterrar de forma violanta no deserto de Mojave, na Califórnia, sem conseguir cumprir o objetivo.

Mike Hughes acreditava que a Terra é plana e defendia que os astronautas da NASA John Glenn e Neil Amstrong eram atores a desempenhar um papel em frente a um computador.

https://sicnoticias.pt/mundo/2020-02-24-Homem-morre-a-tentar-provar-que-a-Terra-e-plana

Comentários

Notícias mais vistas:

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...