Avançar para o conteúdo principal

Energia ILIMITADA: Sol artificial Chinês pode estar pronto já em 2020

O SOL artificial Chinês vai recriar as fusões nucleares que se produzem no verdadeiro SOL, desta forma vai ser possível obter energia económica, limpa e teoricamente ilimitada.

Sol Artificial CHINÊS HL-2M Tokamak

HL-2M Tokamak: O Sol artificial Chinês promete energia ilimitada

Apesar de não existirem comunicados oficiais, tudo indica que o dispositivo de fusão nuclear CHINÊS poderá estar disponível e operacional no início de 2020.

Caso, o dispositivo consiga funcionar como promete o SOL artificial Chinês vai poder produzir energia de forma barata, limpa e teoricamente ilimitada.

A denominação oficial do SOL Chinês é HL-2M Tokamak, sendo que a China está a desenvolver este projeto desde o ano de 2006.

Segundo o site Sciencealert.com, os cientistas responsáveis pelo projeto encontram-se já a realizar provas e testes de funcionamento, esta informação tem como base um colaborador da Corporação Nuclear Nacional da China.

Estas últimas informações confirmam as declarações do Cientista Duan Xuru que trabalha no desenvolvimento do HL-2M Tokamak. Duan Xuru afirmou que a construção do HL-2M Tokamak avança sem qualquer tipo de problemas e informou que o SOL ARTIFICIAL pode ficar operacional já no início do próximo ano.


Como funciona o SOL ARTIFICIAL CHINÊS?
O HL-2M TOKAMAK REPRODUZ AS REAÇÕES NUCLEARES REAIS SEMELHANTES ÀS DO VERDADEIRO SOL.

No interior do SOL artificial é possível alcançarem-se temperaturas superiores a 200 milhões de graus centígrados, valor que é superior 13 vezes às temperaturas registadas no centro do verdadeiro SOL.

Em projetos anteriores apenas foi possível alcançar temperaturas de 100 milhões de graus centígrados

O dispositivo HL-2M Tokamak utiliza campos magnéticos para estabilizar o plasma que é confinado no centro do reator de forma a produzir energia.

Uma das principais vantagens do dispositivo nuclear Chinês vão ser as importantes informações sobre a compatibilidade de plasmas de alto rendimento que vai possibilitar um manuseamento e controlo mais eficaz sobre o calor e as partículas esgotadas a partir do núcleo do dispositivo HL-2M Tokamak.

Sem dúvida que o elemento chave será conseguir uma forma rentável para manter o plasma extremamente quente confinado e estável o tempo suficiente para que seja possível a fusão nuclear.

Se os testes que as fontes não oficiais forem realmente reais, tudo indica que o SOL ARTIFICIAL Chinês HL-2M Tokamak tornará isso uma realidade muito em breve.

https://www.portal-energia.com/energia-ilimitada-sol-artificial-chines-148200/

Comentários

Notícias mais vistas:

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...