Avançar para o conteúdo principal

Dormir de janela aberta pode ajudar a prevenir obesidade e diabetes

Um investigador da Universidade de Oxford sugere que dormir com a janela ligeiramente aberta pode ajudar a prevenir problemas de saúde como a obesidade e a diabetes tipo 2.

Dormir com a janela ligeiramente aberta, de forma a refrescar e arejar o quarto, pode ser uma forma simples de prevenir a obesidade e a diabetes tipo 2, segundo sugere Ashley Grossman, professor de endocrinologia da Universidade de Oxford.

De acordo com o académico, há cada vez mais indício de que arrefecer o corpo, mesmo que só por um par de graus, é benéfico para a saúde.

Segundo reporta o Telegraph, os comentários de Ashley Grossman surgem depois de um grupo de investigadores holandeses ter encontrado uma ligação entre o aquecimento global e a diabetes. O seu estudo sugeria que um aumento de um grau na temperatura ambiental poderia dar origem a 100 mil novos casos de diabetes por ano nos Estados Unidos.

E porquê? Porque quando está mais quente o corpo tem de queimar menos gordura castanha para se manter quente, dando origem a sensibilidade à insulina e aumento de peso.

Viver num local frio pode ser benéfico para a saúde, mas quem vive num país quente pode adotar certos truques para manter o corpo um pouco mais frio de forma a poder prevenir problemas de saúde como obesidade e diabetes tipo 2.

https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/761932/dormir-de-janela-aberta-pode-ajudar-a-prevenir-obesidade-e-diabetes

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Construção da maior central solar em Portugal encravada há mais de dois anos na justiça, apesar de aprovada

Santa Luzia in northeastern Brazil.  EPA/SEBASTIAO MOREIRA  Desde 2024 que a autorização ambiental dada à central solar Fernando Pessoa foi suspensa por decisão do juiz e após impugnação do Ministério Público. Agência do Ambiente recorreu, mas não há decisão. A maior central solar aprovada para Portugal, com mais de mil megawatts (MW) de potência, está parada há mais de dois anos, na sequência de processos judiciais colocados contra a aprovação emitida pelas autoridades ambientais. A atribulada história do projeto, que foi batizado com o nome do poeta Fernando Pessoa, mostra que o licenciamento ambiental — por intervenção da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) ou do ICNF (Instituto da Conservação da Natureza de Florestas) — nem sempre é o maior obstáculo à execução dos projetos de energias renováveis. A central solar fotovoltaica Fernando Pessoa está prevista para o concelho de Santiago do Cacém e obteve uma Declaração de Impacte Ambiental (DIA) favorável condicionada em jane...

Como a Google está a transformar smartphones antigos em pequenos servidores

Os smartphones antigos podem ter um destino bem diferente da reciclagem ou de uma gaveta esquecida.  Projeto da Google reutiliza motherboards de smartphones reformados para reduzir a necessidade de fabricar novo hardware. Um projeto apoiado pela Google Research está a demonstrar que é possível reutilizar a motherboard destes equipamentos para criar uma plataforma de computação de baixo impacto ambiental, prolongando a vida útil do hardware e reduzindo a necessidade de produzir novos servidores para determinadas workloads. Reutilizar a parte mais valiosa do smartphone O projeto está a ser desenvolvido por investigadores da Universidade da Califórnia em San Diego, com o apoio da Google Research. Em vez de aproveitarem o smartphone completo, a equipa reutiliza apenas a motherboard, onde se encontram o processador, a memória e o armazenamento, componentes que representam cerca de metade da pegada de carbono incorporada do dispositivo. Depois de removerem os restantes componentes, como ...