Avançar para o conteúdo principal

Venezuela. Avião ao serviço da vice-presidência despenha-se

Um avião a jato ao serviço da vice-presidência transportava 9 pessoas, militares e tripulação. O piloto relatou uma falha no sistema hidráulico antes da torre de controlo perder contacto com o avião.

Um avião a jato que oferece serviços regulares à vice-presidência venezuelana despenhou-se esta terça-feira, a cerca de 48 quilómetros de Punta Arenas, na Península de Macanao, na Venezuela.

O avião, um Gulfstream III, transportava nove pessoas que estão dadas como desaparecidas, militares na sua maioria. Entre elas estão o Major Álex Durán, o General Kiumel Ponte e outros dois capitães. As restantes fazem parte da equipa de tripulação.

O piloto do avião relatou à torre de controlo uma falha no sistema hidráulico, revelou a Organização Nacional para a Segurança Marítima de Espaços Aquáticos da Venezuela (ONSA). Em menos de 3 minutos, o avião que tinha partido do aeroporto internacional Simon Bolivar, em Maiquetia, no estado venezuelano de Vargas, perdeu altitude para cerca de 915 metros, quando deixou de ter contacto com a torre de controlo.

O jato Gulfstream III pertence ao Serviço Autónomo de Transporte Aéreo e transporta regularmente o vice-presidente da Venezuela, Tareck El Aissami.

A queda do avião acontece numa altura em que a Venezuela enfrenta protestos a favor e contra o Governo do Presidente Nicolás Maduro, que até esta terça-feira provocaram a morte de 90 pessoas.

http://observador.pt/2017/07/04/venezuela-aviao-ao-servico-da-vice-presidencia-despenha-se/

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Novo aeroporto de Lisboa. Governo exige à ANA duas pistas para grandes aviões e questiona falta de segundo terminal

Foto: ANDRÉ KOSTERS / LUSA  Resposta a relatório da ANA sobre novo aeroporto questiona eliminação de segundo terminal de passageiros para acolher expansão e existência de uma única pista preparada para aviões de maior dimensão. Plano do novo Aeroporto Luis de Camões durante a entrega do Relatório Inicial (High Level Assumption Report) da concessionária ANA sobre o desenvolvimento da capacidade aeroportuária de Lisboa,  para iniciar formalmente negociações sobre a extensão do contrato de concessão e viabilizar a construção do novo Aeroporto Luís de Camões, em Alcochete, 17 de dezembro de 2024.  ANDRÉ KOSTERS/LUSA O Governo questionou a ANA sobre o que qualifica de “alteração relevante da estratégia de expansão e faseamento do NAL (Novo Aeroporto de Lisboa)”. No comentário de resposta ao mais recente relatório técnico entregue em julho pela ANA sobre o desenvolvimento do aeroporto Luís de Camões, o Estado pede à concessionária que esclareça vários temas relacionados co...

EUA propõem taxa de 200 mil dólares a navios espanhóis em retaliação por bloqueio de armas para Israel

 Os Estados Unidos estão a ponderar aplicar uma taxa de 200 mil dólares (cerca de 180 mil euros) a navios espanhóis e a restringir importações do país devido ao bloqueio de transportes de armas imposto pelo Governo de Pedro Sánchez, que levou a que Madrid recusasse a atracagem em portos espanhóis de navios que transportem armamento para Israel. A Comissão Marítima Federal (CMF), órgão independente responsável pelo comércio marítimo norte-americano, propôs a aplicação destas duas medidas após uma investigação que dura desde dezembro de 2024. Em causa estão três situações em que navios de bandeira norte-americana que transportavam carga de armamento não puderam atracar nos portos de Cartagena e Algeciras e tiveram de ser desviados para Marrocos. Segundo a CMF, a entidade encontrou "provas conclusivas de que a Espanha negou o acesso aos seus portos a navios com pavilhão dos EUA e de que estas ações criaram condições desfavoráveis ao transporte marítimo no comércio externo", algo...