Avançar para o conteúdo principal

12 ideias para poupar com pouco esforço

Quer poupar e não sabe como? Há várias maneiras de o fazer, umas diárias, outras mais esporádicas, mas todas eficazes e quase sem se notar.

Saiba como poupar de forma simple e sem dar por isso.

Defina um ou dois dias por mês em que não gaste dinheiro

Será que consegue escolher um ou mais dias no seu mês em que não gastará nem um cêntimo? Se o fizer, vai ver que consegue poupar sem grande esforço. Se tem por hábito comer o pequeno-almoço fora, faça-o em casa, leve o almoço de casa e, se é consumidor de café, que tal levar uma cápsula de casa e utilizá-la na máquina que tem no seu emprego? Leve também o seu lanche e a sua água.

Esteja um mês sem comer fora

Ir a restaurantes sabe bem, mas não ajuda a sua carteira. Experimente o desafio de estar um mês sem ir almoçar ou jantar fora. Se é pessoa que gosta de conviver e estar com os amigos, marque jantares em sua casa e cada um leva uma coisa. Vai ver que se diverte à mesma e poupa dinheiro.

Diminua a frequência da ida ao cabeleireiro e à manicure

Vai uma vez por mês cortar o cabelo ou arranjar as unhas? Experimente evitar também durante um mês fazer isso. Ou se o faz de 15 em 15 dias, passe a fazer apenas uma vez por mês. A carteira agradece.

Poupar durante os 30 dias do mês

Parece complicado, mas vai ver que é mais fácil do que parece. O desafio dos 30 dias passa por todos os dias colocar dinheiro no seu mealheiro, a começar por um euro e aumentando sempre mais um euro. Com este desafio vai conseguir poupar 465 euros no final do mês.

Desafio das 52 semanas

Há também o desafio das 52 semanas. O objectivo é o mesmo e o procedimento também. O que muda é a duração da poupança. No fundo, é colocar sempre um euro a mais todas as semanas do ano, o que vai representar uma poupança de 1378 euros ao fim de 365 dias.

Tome o pequeno-almoço em casa

Tem por hábito tomar o pequeno-almoço no café do seu bairro? Se pensar no valor que gasta diariamente no seu croissant e na meia de leite e multiplicá-lo pelos cinco dias da semana e depois pelas quatro semanas do mês, vai ver que está a gastar uma quantia que poderia servir para pagar a conta da água ou da eletricidade.

Leve almoço para o trabalho

Quem diz pequeno-almoço, diz almoço e lanche. Não deite fora a comida do jantar. O que sobrar pode levar para o almoço. Leve também fruta, iogurte, bolachas ou snacks para o lanche. Vai poupar muitos euros ao final do mês, mesmo que não o faça diariamente.

Aproveite os cupões e talões de desconto

Não imagina o que poupa por mês, se aproveitar os cupões e talões de desconto cada vez que for às compras. Mas, atenção, não caia em tentação. Compre apenas os produtos de que precisa.

Leve lista para as compras

Se não quer comprar mais do que realmente precisa, quando for ao supermercado fazer as compras semanais ou mensais leve uma lista detalhada das coisas que faltam e limite-se a comprar apenas o que está escrito.

Pague a dinheiro

Outra forma de comprar apenas o que precisa é pagar a dinheiro e não com cartão bancário. É que assim fica limitado à quantia que leva na carteira e será mais comedido nas suas compras.

Antes de comprar, veja se é possível arranjar

Nunca substitua um eletrodoméstico antes de perceber se tem arranjo. Às vezes é um problema de fácil resolução e cujo conserto é acessível. O mesmo se adequa a uma roupa, por exemplo.

Ponha de parte dinheiro extra que receba

Se recebeu um dinheiro que não contava, não o gaste: ponha de lado e o mesmo deve fazer com o subsídio de férias e de Natal. Mande-os direto para poupança e assim deixa de ter um pretexto para gastar.

https://www.contasconnosco.pt/artigo/12-ideias-para-poupar-com-pouco-esforco

Comentários

Notícias mais vistas:

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Office  EU é a alternativa europeia às suítes de produtividade norte‑americanas

 Plataforma europeia Office EU reúne e‑mail, documentos, calendário e videoconferência sob o RGPD, oferecendo uma alternativa às soluções dos EUA. Uma plataforma digital europeia está a posicionar-se como alternativa às grandes suítes de produtividade controladas por empresas norte-americanas. Chama-se Office  EU e reúne num só espaço todas as ferramentas básicas de escritório – desde edição de texto e folhas de cálculo até correio eletrónico, armazenamento de ficheiros e videoconferência. A sua principal diferença? É integralmente europeia, tanto na propriedade como na infraestrutura técnica, e cumpre as regras de proteção de dados da União Europeia. O OfficeEU visa oferecer a empresas, organizações e cidadãos uma solução de trabalho em nuvem sem recurso a servidores ou legislação de fora da Europa. O utilizador pode criar e partilhar documentos, gerir agendas e realizar chamadas de vídeo num ambiente regulado pelo RGPD, mantendo o controlo sobre os próprios dados. Entre as aplica...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...