Avançar para o conteúdo principal

E se o seu smartphone tivesse dentro dele um drone como câmara? A Vivo pensou nisso



 Na tecnologia a imaginação não tem limites, porque a própria tecnologia suplanta-se diariamente. De tal forma que a marca chinesa Vivo patenteou um smartphone que tem uma “câmara drone voadora” integrada. Os fabricantes de smartphones estão permanentemente a recriar os recursos das câmaras para ajudar a diferenciar os seus dispositivos. Uns têm uma câmara, outros um conjunto delas, lentes com mais ou menos tecnologia e até formas radicais de integrar a câmara.


A Vivo está a tentar patentear algo muito mais à frente. A empresa entrou com um pedido de resisto para um smartphone que usa um drone voador como sistema de câmaras.



Ilustração da patente da fabricante chinesa Vivo que tem um drone dentro do smartphone


Vivo: Drone incorporado no smartphone para fotografia e vídeo

Foi descoberta uma lista recente para o pedido de patente no World Intellectual Property Office onde revela que a Vivo entrou com a documentação em dezembro de 2020, mas só agora, a 1 de julho de 2021, foi publicada.


Antes de mais temos de perceber que as empresas pedem o registo de patentes, sem que isso seja qualquer certeza que algum dia a “ideia” registada seja uma realidade. Portanto, não há garantia de que a Vivo algum dia produzirá um híbrido smartphone/drone deste tipo e, se pensarmos bem, parece bastante improvável. Mas não impossível!


Atualmente os drones conseguem ser minúsculos e ter capacidade de fotografar e filmar. Basicamente são câmaras voadoras que podemos controlar com o nosso smartphone. Assim, pelo que se percebe, tudo o que a Vivo precisaria fazer seria embalar estas duas tecnologias num dispositivo compacto que pudesse caber dentro de um smartphone.


O conceito de telefone mostrado nos desenhos parece um telefone convencional. Contudo, quando o utilizador precisa de fazer fotografia ou vídeo, o drone é colocado no ar, saindo de dentro do dispositivo.


O pequeno drone parece ser alimentado por uma bateria e movido com quatro hélices para o manter no ar. Parece ter pelo menos duas câmaras (uma no topo e uma na lateral) e três sensores infravermelhos.




Uma nova abordagem para a imagem nos smartphones

Claro que, pelo que parece, este sistema seria usado quando o smartphone não tivesse a possibilidade de fazer os melhores planos para obter uma melhor imagens. O sistema permitiria, hipoteticamente, a capta imagens ou vídeos que seriam impossíveis de gravar ao usar uma câmara normal de smartphone nas mãos do utilizador.


Locais onde poderá ser necessário obter imagem aérea, locais mais afastados da posição do utilizador e até em situações onde o utilizador não pode ou quer ser exposto.


Depois das imagens captadas, o dispositivo voltaria à base, isto é, voltaria para dentro do smartphone para ser recarregado. A transmissão das imagens seria feita em tempo real, permitindo um sem número de cenários de operação.


https://pplware.sapo.pt/smartphones-tablets/android/e-se-o-seu-smartphone-tivesse-dentro-dele-um-drone-como-camara-a-vivo-pensou-nisso/

Comentários

Notícias mais vistas:

ASAE e ENSE fiscalizam 70 postos de combustível e aplicam contraordenações a 17

A ASAE e a ENSE realizaram fiscalizações a 70 postos de combustível tendo aplicado 17 contraordenações por ausência de inspeções periódicas quinquenais obrigatórias, práticas comerciais desleais e irregularidades relacionadas com exatidão nas medições de combustível. A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), através das suas Unidades Regionais, e a Entidade Nacional para o Setor Energético, E.P.E., (ENSE), através da sua Unidade de Controlo e Prevenção, desenvolveram nos últimos dias, a nível nacional, várias operações de fiscalização e de prevenção criminal dirigidas a postos de abastecimento de combustível, na sequência do recente aumento dos preços praticados no mercado nacional. A operação decorreu nos concelhos de Lisboa, Setúbal, Leiria, Coimbra, Viseu, Castro d´Aire, Barcelos, Braga, Vila Nova de Gaia, Porto, Vila Real e Faro. Da operação resultou a fiscalização de 70 operadores económicos, tendo sido instaurados 17 processos de contraordenação, entre as principais...

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...