Avançar para o conteúdo principal

Novas regras de emissões levam Autoeuropa a pôr 10 mil carros na Base do Montijo

Fábrica de Palmela põe automóveis na Base 6 da Força Aérea à espera de certificação alemã para serem postos à venda.

A nova norma de emissões WLTP vai entrar em vigor em 1 de setembro e está a levar as marcas de automóveis a tomar medidas inéditas. O grupo Volkswagen, por exemplo, tem alugado espaços de estacionamento em vários aeroportos na Alemanha para parquear milhares de veículos que só podem ser postos à venda quando forem homologados os novos motores pela entidade alemã KBA. O mesmo passa-se em Portugal com a Autoeuropa: sem espaço no parque interno, a fábrica de Palmela escolheu a Base Aérea do Montijo (BA6) para estacionar cerca de 10 mil automóveis nas próximas semanas, apurou o Dinheiro Vivo.

https://www.dinheirovivo.pt/empresas/novas-regras-de-emissoes-levam-autoeuropa-a-por-10-mil-carros-na-base-do-montijo/

Comentários

Notícias mais vistas:

Constância e Caima

  Fomos visitar Luís Vaz de Camões a Constância, ver a foz do Zêzere, e descobrimos que do outro lado do arvoredo estava escondida a Caima, Indústria de Celulose. https://www.youtube.com/watch?v=w4L07iwnI0M&list=PL7htBtEOa_bqy09z5TK-EW_D447F0qH1L&index=16

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...