Avançar para o conteúdo principal

Jovem do Texas atinge fusão nuclear aos 12 anos (e pode quebrar recorde)


© Reprodução/ NBC DFW


Aiden McMillan poderá tornar-se na pessoa mais jovem a atingir a fusão nuclear, aos 12 anos de idade. O projeto ambicioso durou quatro anos, estando agora o jovem estudante a recolher os frutos.


Um projeto científico com quatro anos de duração, realizado por um estudante de 12 anos de Dallas, no estado norte-americano do Texas, pode tê-lo tornado na pessoa mais jovem de sempre a alcançar a fusão nuclear.


 Aiden McMillan, aluno do 7.º ano, explicou à NBC DFW que começou a trabalhar no projeto quando tinha apenas 8 anos de idade e passou os dois primeiros anos a estudar conceitos de física nuclear, antes de ter iniciado a construção dos primeiros protótipos.


O que se seguiu foi um longo processo repleto de tentativas e erros, persistência e resolução de problemas. "Adorei o projeto, mas também meio que o odiei", assumiu, acrescentando que foi motivado puramente por curiosidade e interesse pessoal, não por ganho.


Referiu também que foi necessário algum trabalho para conseguir convencer a mãe a estar confortável com o seu objeto de estudo. "Soaram alguns alarmes à minha mãe, sim. Disse-me 'Calma aí, calma aí, dá um passo para trás, explica-me exatamente o que pode correr mal, como pode correr mal e como garantir que não corre mal'", recordou ao canal.


O projeto foi concluído com Aiden a ter alcançado a fusão nuclear. "Conseguimos neutrões, sim. Estou bastante emocionado porque é difícil descrever. Foi o fim de uma longa, longa viagem", admitiu.


O próximo passo? O recorde do Guinness. Aiden diz que quer ser reconhecido como a pessoa mais jovem a ter alcançado a fusão nuclear, um recorde que neste momento é detido por Jackson Oswalt, do Tennessee, que conseguiu realizar a fusão nuclear poucas horas antes do seu 13.º aniversário, em 2018.


Jovem do Texas atinge fusão nuclear aos 12 anos (e pode quebrar recorde) - Notícias ao Minuto


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Quimioterapia com "efeitos secundários mínimos". A descoberta na luta contra o cancro que tem a mão de duas portuguesas

 Diana Fernandes e Fernanda Andrade integram a equipa de investigadores que desenvolveu um hidrogel injetável que pode estar perto de revolucionar a quimioterapia como hoje a conhecemos. Quiseram "humanizar" o tratamento e tornar "mínimos" os seus efeitos secundários. Os tumores sólidos são os alvos do tratamento, como cancro do ovário, cérebro, mama ou pâncreas É macio, injetável, biodegradável e feito com compostos naturais. São as principais características do novo hidrogel desenvolvido por investigadores do Instituto de Investigação Vall d’Hebron (VHIR) que pode simbolizar um verdadeiro ponto de viragem na luta contra o cancro. Composta por celulose e quisotano, esta formulação local funciona como um “sistema de depósito” que vai libertando o fármaco da quimioterapia “pouco a pouco, durante um longo período de tempo”, com precisão junto da zona do tumor. É o que explica à CNN Portugal a principal investigadora do projeto, Diana Fernandes, 39 anos, doutorada em T...

CRA: a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos

 A União Europeia está a mudar a forma como a cibersegurança é encarada. Com o Cyber Resilience Act (CRA), a segurança deixa de ser apenas uma preocupação das organizações e passa também a ser uma obrigação diretamente associada aos produtos digitais colocados no mercado europeu. Cyber Resilience Act (CRA): a lei europeia de cibersegurança que vai afetar milhares de produtos A nova legislação estabelece requisitos obrigatórios de cibersegurança para produtos com elementos digitais, abrangendo desde software e sistemas operativos a dispositivos IoT, equipamentos conectados e determinados componentes de infraestrutura. O objetivo é simples: os produtos digitais devem ser concebidos, desenvolvidos e mantidos tendo a segurança em conta desde o início e durante todo o seu ciclo de vida. O que é o Cyber Resilience Act? O CRA é uma regulamentação europeia que estabelece requisitos de cibersegurança para produtos com elementos digitais comercializados na União Europeia. A grande mudança es...