Avançar para o conteúdo principal

Asteroide de 100×250 metros irá cair na Terra em 20 de Setembro de 2020

NASA E ESA PREPARAM-SE PARA IR AO ESPAÇO DESVIAR UM ASTEROIDE

A Agência Espacial Norte Americana e a ESA estão a preparar uma missão ao espaço para testar tecnologias que permitam desviar um asteroide em rota de colisão com a Terra – e impedir o fim do Mundo, ou algo parecido.

A ESA e a NASA esperam que a missão ao espaço se realize em 2020, a fim de testar tecnologias que poderiam desviar um objeto grande o suficiente para destruir a Terra.

A equipa de cientistas ainda está nos estágios iniciais deste plano de defesa, e dentro de algumas semanas a ESA decidirá se vai ou não continuar a colaborar com esta missão.

Devido a problemas como a decisão sobre a plena implementação da missão e a complexidade dos trabalhos, os especialistas estão a pedir apoio financeiro.

A missão, apelidada de AIDA – Avaliação de Impacto e Deflexão de Asteroides, será dividida em duas: a ESA terá a função de avaliar o impacto do objeto e as suas consequências, e os americanos vão ficar com o teste de redirecionamento do asteróide.

Ambas as tarefas consistem em enviar sondas espaciais ao sistema binário de asteroides Didymos, cujos corpos devem passar pela Terra em 2022.

Os cientistas terão a oportunidade de testar várias técnicas de redirecionamento dos objetos, sem depender apenas de simulações – mas o projeto é bastante complexo.

A equipa de astrónomos não conseguirá caracterizar a superfície dos asteroides devido ao seu tamanho, e a sonda terá de lidar com a gravidade extremamente baixa e velocidades muito lentas.

Apesar da complexidade da missão, os especialistas esperam conseguir realizar os testes com sucesso para que, no futuro, possamos defender nosso planeta de uma catástrofe cósmica.



EUA estão preparados para queda de asteroide

As autoridades norte-americanas realizaram, recentemente, vários treinos de preparação para a colisão de um asteroide com a Terra.

Os exercícios foram organizados pela NASA e pela Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA), com participação de laboratórios nacionais, centros públicos de ciência e tecnologia do Departamento da Energia dos EUA e do Pentágono, representado pela Força Aérea.

Os treinos tiveram o objetivo de analisar a rapidez das várias estruturas para atuar durante uma emergência. Além disso, foram treinados métodos de prevenir o pânico entre a população e proteger as pessoas das consequências da catástrofe.

Segundo relatos de especialistas, um asteroide de 100×250 metros irá cair na Terra em 20 de setembro de 2020, no sul da Califórnia.

O chefe da Direção de Ciência da NASA, Tomas Zurbuchen, afirmou que existe uma ameaça real de catástrofe, mas neste momento a humanidade já consegue preparar-se e suavizar as consequências.

Anteriormente, a NASA informou que tinha criado um sistema de alerta precoce para um eventual “ataque de asteroides”, que pode detectar qualquer asteroide 5 dias antes de se aproximar da Terra.


Em: http://zap.aeiou.pt/nasa-esa-preparam-ir-ao-espaco-desviar-um-asteroide-138302

Comentários

Notícias mais vistas:

Esta cidade tem casas à venda por 12.000 euros, procura empreendedores e dá cheques bebé de 1.000 euros. Melhor, fica a duas horas de Portugal

 Herreruela de Oropesa, uma pequena cidade em Espanha, a apenas duas horas de carro da fronteira com Portugal, está à procura de novos moradores para impulsionar sua economia e mercado de trabalho. Com apenas 317 habitantes, a cidade está inscrita no Projeto Holapueblo, uma iniciativa promovida pela Ikea, Redeia e AlmaNatura, que visa incentivar a chegada de novos residentes por meio do empreendedorismo. Para atrair interessados, a autarquia local oferece benefícios como arrendamento acessível, com valores médios entre 200 e 300 euros por mês. Além disso, a aquisição de imóveis na região varia entre 12.000 e 40.000 euros. Novas famílias podem beneficiar de incentivos financeiros, como um cheque bebé de 1.000 euros para cada novo nascimento e um vale-creche que cobre os custos da educação infantil. Além das vantagens para famílias, Herreruela de Oropesa promove incentivos fiscais para novos moradores, incluindo descontos no Imposto Predial e Territorial Urbano (IBI) e benefícios par...

"A NATO morreu porque não há vínculo transatlântico"

 O general Luís Valença Pinto considera que “neste momento a NATO morreu” uma vez que “não há vínculo transatlântico” entre a atual administração norte-americana de Donald Trump e as nações europeias, que devem fazer “um planeamento de Defesa”. “Na minha opinião, neste momento, a menos que as coisas mudem drasticamente, a NATO morreu, porque não há vínculo transatlântico. Como é que há vínculo transatlântico com uma pessoa que diz as coisas que o senhor Trump diz? Que o senhor Vance veio aqui à Europa dizer? O que o secretário da Defesa veio aqui à Europa dizer? Não há”, defendeu o general Valença Pinto. Em declarações à agência Lusa, o antigo chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas, entre 2006 e 2011, considerou que, atualmente, ninguém “pode assumir como tranquilo” que o artigo 5.º do Tratado do Atlântico Norte – que estabelece que um ataque contra um dos países-membros da NATO é um ataque contra todos - “está lá para ser acionado”. Este é um dos dois artigos que o gener...

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...