Avançar para o conteúdo principal

OCDE antecipa recuperação da economia em Portugal

Trata-se de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal pelo 12.º mês consecutivo

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) voltou esta segunda-feira a prever a recuperação da atividade económica em Portugal nos próximos meses, com o país novamente acima da barreira da média de longo prazo de 100 pontos.

Portugal chegou aos 100,92 pontos, acima da média de longo prazo de 100 pontos, de acordo com os indicadores compósitos da OCDE para abril, que apontam para a tendência de melhoria ou abrandamento da atividade económica num período futuro entre seis a nove meses.

Trata-se de uma subida nas perspetivas de melhoria da atividade económica em Portugal pelo 12.º mês consecutivo.

Os números da OCDE apontam também para uma melhoria das perspetivas relativas à economia da Grécia, Itália, Irlanda e Espanha.

Já em França, verifica-se uma estabilização nos 99,5 pontos, à semelhança do que se passa no Reino Unido, com uma estabilização nos 100,7 pontos. A Alemanha, por seu turno, evidencia sinais de aceleração, tendo passado dos 99,9 pontos em março para 100,03 pontos em abril.

Quanto às economias avançadas da organização, os Estados Unidos registaram uma desaceleração, ao contrário do Japão, que registou uma melhoria. No Canadá o cenário é de estabilização.

Também no Brasil, o cenário é de estabilização, à semelhança da China e da Índia, ao contrário da Rússia, que enfrenta um panorama de desaceleração do crescimento nos próximos meses.

Em: http://www.tvi24.iol.pt/economia---economia/ocde-economia-nacional-recuperacao-indicadores-atividade-economica-tvi24/1458574-6377.html

Comentários

Notícias mais vistas:

"A Rússia quer aterrorizar a Europa, mas vai falhar"

 A Presidente da Comissão Europeia reúne-se com os líderes dos estados bálticos por causa das incursões de drones russos. "Quero elogiar a resiliência do povo báltico. Vocês responderam com calma e responsabilidade. E com uma mensagem clara para a Rússia: vão falhar". A Presidente von der Leyen reuniu-se em Vilnius com o Presidente da Lituânia, Gitanas Nausėda, o Presidente da Letónia, Edgars Rinkēvičs, e o Presidente da Estónia, Alar Karis. A visita ocorreu num momento crítico, uma vez que os Estados Bálticos enfrentam ataques híbridos contínuos, incluindo uma série de incursões não autorizadas com drones, seguidas de uma intensificação da campanha de desinformação. Estes incidentes resultaram na ativação repetida de protocolos de emergência, incluindo restrições ao espaço aéreo, ordens de confinamento em abrigos públicos, encerramento de escolas e instituições públicas e interrupções em infraestruturas críticas. “Os habitantes dos países bálticos têm vivenciado o que muitos...

"Decadência é tão grande que chega a ser difícil esconder". Agora Putin tem mesmo de jogar mas "todas as opções são más"

 De baixas catastróficas na frente de combate a um descontentamento popular impossível de abafar, a máquina de guerra da Rússia está a mostrar sinais de que não está nas melhores condições. Especialistas e até os mais fervorosos propagandistas do regime admitem que o presidente russo está sem opções Os sinais de insatisfação começam a multiplicar-se em Moscovo. Quando uma influencer com 13 milhões de seguidores fez um vídeo a falar da frustração popular, os alarmes começaram a soar no Kremlin. E o pior é que esta jovem não está sozinha. Para dezenas de milhões de russos a guerra deixou de ser um evento televisivo e passou a ser uma realidade diária. Os apagões de internet impostos pelo regime estão mesmo a acontecer, a inflação tornou-se impossível de mascarar e os ataques de drones ucranianos de longo alcance desfizeram o mito da supremacia militar russa. Algo está a mudar na Rússia de Putin e os especialistas alertam que esta espiral de desgaste pode colocar em causa a própria so...

Administração Trump “claramente não gosta” da União Europeia

 Kaja Kallas defende os países europeus devem manter-se unidos: "se atuarmos em conjunto, então somos potências equivalentes, somos fortes”, afirmou a alta representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros A chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas, afirmou este domingo que a administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, “claramente não gosta” da União Europeia (UE), pois receia que os 27 Estados-membros em conjunto possam tornar-se uma potência equivalente. Kallas comparou esta atitude à da Rússia e da China. “É porque, se nos mantivermos unidos e atuarmos em conjunto, então somos potências equivalentes, somos fortes”, afirmou a alta representante da União Europeia (UE) para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, numa entrevista realizada no âmbito da Conferência Lennart Meri, que decorre este fim de semana em Talin, capital da Estónia, advertindo que estas potências “querem desmantelar” o bloco comunitário. Neste contexto, disse estar ...