Avançar para o conteúdo principal

Economia está a cair de forma mais lenta, revela hoje INE

Clima económico também mantém queda mais lenta, fator que já se verifica há cinco meses.

Consumo privado trava queda mais acentuada da Economia

Clima económico também está a abrandar

A economia continua em queda, mas segundo o Instituto Nacional de Estatística, o recuo está mais lento. No mês de abril, a actividade económica recuou 1,8 pontos, valor que compara com a queda de 2,6 pontos registada no mês de março.

Na Síntese Económica de Conjuntura, o INE justifica este facto com o consumo privado cuja diminuição homóloga foi ligeiramente menos intensa em abril, “em resultado da evolução negativa menos acentuada do consumo corrente". Como detalha, este indicador “diminuiu de forma menos expressiva em abril, refletindo sobretudo o contributo negativo menos expressivo da componente de construção e, em menor grau, o contributo positivo da componente de material de transporte".

Da mesma forma, o clima económico em Portugal também continua com uma queda menos pronunciada, factor que já se verifica pelo quinto mês consecutivo, embora ainda se mantenha próximo do valor mínimo atingido em dezembro de 2012, devido à recessão económica do País.

Como se pode ler hoje, "em Portugal, o indicador de clima económico manteve em Maio o perfil ascendente observado desde o início do ano, após ter registado o mínimo da série em Dezembro".
De acordo com o INE, o indicador de clima económico fixou-se em -3,2 pontos no mês de maio, o que compara com os -3,6 obtidos em abril e com os -4 pontos verificados em maio do ano passado.

De qualquer forma, a redução em maio foi menos expressiva que a verificada em abril.


Em: http://www.dinheirovivo.pt/Economia/Artigo/CIECO183601.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...