Avançar para o conteúdo principal

Radares de velocidade já detetam quem trava e depois acelera



Depois dos radares que apanham quem vai ao telemóvel, chegam agora os radares que detetam quem trava e depois acelera. O novo sistema consegue detetar quais os condutores que, repentinamente, reduziram a velocidade.

Saiba como funcionam os “radares em cascata!…

Radares de velocidade já detetam quem trava e depois acelera

Na vizinha Espanha estão a ser testados radares de velocidade que detetam quem trava e depois acelera, aquando da passagem por um radar de velocidade.

O sistema é conhecido como “radares em cascata” e consiste em colocar um cinemómetro móvel (radar móvel) após o radar fixo para detetar a velocidade dos infratores. Sempre que um condutor tentar “enganar” o radar fixo, o radar móvel tratará de registar a velocidade para depois aplicar uma multa ao infrator.

 

Qual a margem de erro dos radares de velocidade?

Os radares móveis têm uma margem de erro de 7 km/h em estradas cuja velocidade máxima é inferior a 100 km/h. Portanto, o radar registará uma infração a partir de 58 km/h, numa zona limitada a 50 km/h. Caso a velocidade máxima exceda 100 km/h, será aplicada uma margem de 7%. Assim, todos os carros que andem a mais de 117,7 km / h, numa estrada com limite de 110 km/h receberão também a respetiva multa.

Radares de velocidade já detetam quem trava e depois acelera

No caso de radares fixos, o Direção-Geral de Trânsito (DGT) reduz a margem de erro para apenas 5 km/ha no caso de estradas com velocidade máxima permitida de 100 km/h e 5% se a velocidade máxima exceder esse valor. Portanto, um radar fixo “dispara” a 96 km h numa estrada com limite de velocidade de 90 km/h e a 126 km/h numa estrada com velocidade máxima permitida de 120 km/h.



Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas adverte governo de Pedro Sánchez que baixar IVA dos combustíveis é contra regras europeias

A Comissão Europeia enviou uma carta ao governo de Pedro Sánchez, indicando que baixar o IVA nos combustíveis para a taxa de 10% vai contra as regras europeias.  O Governo de Pedro Sánchez recebeu uma advertência da Comissão Europeia por ter baixado o IVA dos combustíveis, em violação das regras europeias. Tal como o Observador já tinha avançado, a descida do IVA da taxa normal para uma taxa reduzida de 10% em Espanha vai contra as regras da União Europeia definidas para este imposto. Isso mesmo admitiu fonte oficial de Bruxelas ao Observador, ao remeter para a diretiva europeia os produtos e serviços que podem ter taxa reduzida, que integra o gás e a eletricidade — onde o IVA pode ser 5% — mas que exclui essa aplicação aos combustíveis fósseis. Face à aplicação pelo Governo de Pedro Sánchez de uma taxa reduzida de 10% aos combustíveis fósseis, Bruxelas enviou uma carta a Espanha advertindo-a de que essa redução viola as normas europeias, noticia o El País que indica que a carta fo...

O fim do dinheiro físico: estamos a um apagão de perder tudo?

Primeiramente, estamos a caminhar a passos largos para uma dependência quase total das infraestruturas digitais no nosso dia a dia. Quando pagas um simples café com o smartphone ou com o cartão, dependes da bateria do teu equipamento, da qualidade da rede da tua operadora, dos servidores do teu banco e das plataformas de processamento de pagamentos. Consequentemente, se apenas um destes elos falhar, a transação não acontece e o sistema cai por terra. O fim do dinheiro físico pode levar-nos a perder tudo num apagão? Fim do dinheiro físico: o cerco cada vez mais apertado às notas e moedas Além disso, a legislação europeia e nacional está a apertar o cerco ao uso de dinheiro vivo, o que acelera esta transição para o digital. A União Europeia aprovou recentemente um limite máximo de 10 000 euros para pagamentos em numerário, uma regra que entrará em vigor em todos os Estados-membros até 2027. Por outro lado, em Portugal, as restrições já são significativamente mais severas. Atualmente, a l...

Caças da Polônia e da França interceptam avião de reconhecimento russo Il-20 no Mar Báltico

  Caças da Polônia e da França interceptam avião de reconhecimento russo Il-20 no Mar Báltico. X @EtatMajorFR Caças F-16 da Força Aérea Polonesa e Rafale B da Força Aérea e Espacial Francesa interceptaram, em 8 de abril de 2026, uma aeronave russa de reconhecimento  Ilyushin Il-20  em missão sobre o Mar Báltico, em mais um episódio de tensão aérea na região. A ação foi confirmada por comunicações oficiais divulgadas por perfis militares ligados à OTAN, às Forças Armadas da Polônia e ao Estado-Maior francês. Segundo as autoridades polonesas, o Il-20 voava no espaço aéreo internacional, mas sem plano de voo apresentado e com o transponder desligado, o que elevou o nível de atenção das defesas aéreas da região. Um par de F-16 poloneses realizou a identificação visual e a escolta da aeronave para evitar qualquer risco de violação do espaço aéreo do país. O Comando Operacional polonês destacou que esse tipo de interceptação permite identificar rapidamente a natureza do voo, av...