Avançar para o conteúdo principal

Reformados representam já 34% da população portuguesa

Reformados do Estado têm pensões mais altas e aposentam-se mais cedo

Reformados representam já 34% da população portuguesa: Há mais de 3 milhões e 500 mil aposentados em Portugal, que representam já mais de um terço da população, sendo que a larga maioria pertence ao regime geral da Segurança Social.

Mas os números mostram que, os funcionários públicos - reformados através da Caixa Geral de Aposentações (CGA) - têm pensões mais elevadas e retiram-se mais cedo.

Há mais de 30 anos que é assim: as regras são diferentes na aposentação para os trabalhadores do setor privado e para os funcionários públicos.

Ao todo, há 3 milhões e quase 600 mil reformados em Portugal, ou seja, representam 34% da população nacional, sendo que 83% pertence ao regime geral da Segurança Social e 27% à CGA.

Os números revelam também que as pensões do setor público são mais elevadas: 78 por cento dos pensionistas do privado recebe menos de 500 euros, enquanto que na Caixa Geral de Aposentações apenas 21% aufere uma reforma abaixo desse valor.

A maioria dos reformados do Estado ganha, assim, entre 501 euros e 2.500 euros e mais de 11% tem uma pensão acima desse patamar.

Outra diferença está na idade da aposentação. Em dezembro de 2012, os trabalhadores do setor privado reformavam-se, em média, com 62 anos e 4 meses. Já na administração pública a média é de 60 anos e um mês.


Em: http://www.tvi24.iol.pt/503/economia---dinheiro-pessoal/reformados-reformados-do-estado-pensionistas-aposentacoes-reformas/1448412-6378.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...