Avançar para o conteúdo principal

Tem (mesmo) de limpar o filtro da máquina de lavar a roupa. Saiba como



 É uma parte do eletrodoméstico que não deve ser esquecida.


Sim, leu bem. É mesmo importante limpar o filtro da máquina da roupa. Com que frequência? De acordo com Lindsay Jones, a gestora de marca integrada na Maytag, citada no site de Martha Stewart, "normalmente recomenda-se que este seja limpo uma vez por mês". 


Não sabe como limpar esta parte da máquina? Primeiro tem de recolher alguns materiais e a lista inclui uma bacia rasa; uma chave de fendas; luvas; toalhitas de limpeza ou panos; e uma toalha. 


Então, antes de começar tem de desligar a máquina da tomada e descobrir onde está o filtro, afirma. Muitas vezes, "o filtro encontra-se na parte inferior da frente do aparelho, atrás de um pequeno painel ou tampa". 


É provável que a bomba de drenagem esteja cheia de água. Segundo a especialista, "alguns modelos têm uma mangueira incorporada para drenar a água, mas se o seu não tiver, certifique-se de que a recolhe usando a bacia". Deve ter uma toalha por perto. 


"Se a máquina tiver um painel que cobre o filtro, retire-o (utilizando uma chave de fendas, se necessário)." Já o filtro em si pode ser desaparafusado ou puxado para fora da bomba de drenagem. Deve utilizar "luvas para remover o lixo acumulado". 


Lave o filtro com água morna. "Esfregue suavemente com um pano ou uma escova" e assegure-se que remove toda a sujidade visível. "É importante remover o máximo de sujidade possível" para garantir que a máquina funciona corretamente.  


Depois, utilize uma escova para limpar quaisquer detritos visíveis no local onde o filtro costuma estar inserido, aconselha. Quando estiver tudo limpo, coloque "o filtro na bomba de drenagem e certifique-se de que está bem colocado antes de fechar o painel ou a tampa do filtro". 


Tem (mesmo) de limpar o filtro da máquina de lavar a roupa. Saiba como


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Open Cosmos capta 300 milhões e “vai acelerar investimento em Portugal”

 Empresa britânica tem 50 milhões para investir em Portugal, onde pretende duplicar a equipa de 50 para 100 pessoas. Com este novo financiamento, esse plano vai "acelerar". A britânica Open Cosmos fechou uma ronda de 300 milhões de euros para acelerar a ligação a partir do Espaço. Portugal é “uma das quatro localizações core” da empresa, mercado onde tem previsto um investimento de 50 milhões. “Este financiamento vai apenas acelerar este investimento”, diz fonte oficial ao ECO/eRadar. “Portugal é uma das quatro localizações core da Open Cosmos. Tal como anunciámos anteriormente, a equipa em Portugal é constituída por 50 pessoas, e planeamos dobrar a equipa e investir 50 milhões no país”, adianta a mesma fonte. Com quatro fábricas no Reino Unido, Grécia, Espanha e Portugal, com 400 trabalhadores, e capacidade para fabricar um satélite por dia, a empresa tem vindo a lançar uma nova geração de satélites para a OpenConstellation, procurando reduzir o tempo de entrega de produtos ...

Energia nas rochas: será o subsolo a bateria de que precisamos para a transição energética?

Direitos de autor AP Photo/Ross D. Franklin Um estudo de investigadores portugueses analisou diferentes possibilidades de armazenamento de energia com ar comprimido em rochas porosas em profundidade. No melhor cenário, um reservatório poderia armazenar energia suficiente para o consumo de uma pequena cidade. Armazenar energia no subsolo: parece ficção científica mas é uma prática que não é propriamente nova no contexto da investigação geológica. Conhecida desde a década de 70 do século passado com as primeiras experiências em cavernas de sal na Alemanha, o processo representa um mundo de possibilidades no campo da energia renovável e da necessidade de armazenamento que este acarreta. "Um dos problemas que existe com a transição energética é a existência de uma maior disponibilidade de energia de fontes renováveis, que não é possível ser armazenada", explica à Euronews Ricardo Pereira, investigador do GeoBioTec da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisb...