Avançar para o conteúdo principal

Táxi aéreo de cinco lugares já voa



Muitos dos voos de teste feitos com táxis aéreos têm levado em conta apenas veículos com um lugar, pouco práticos se estes vão poder libertar espaço nas ruas. Mas agora já existe uma alternativa, com a Lilium, uma startup alemã, a colocar no ar o seu táxi aéreo, preparado para transportar nada menos que cinco passageiros, abrindo o caminho para colocar transportes públicos no céu das cidades.

O táxi aéreo da Lilium fez o seu voo de batismo sobre os céus de Munique. O protótipo da máquina voadora utilizar 36 motores elétricos para levantar voo e manter-se no ar, tendo a capacidade de descolar e aterrar em modo vertical. Os motores servem para controlar todos os aspetos do movimento da aeronave, que não precisa de cauda, leme, hélices, transmissão nem qualquer outra parte móvel. Sem estas preocupações, que iriam retirar espaço a toda a estrutura, os designers ficaram livres criarem um táxi aéreo com um habitáculo amplo, com vidros panorâmicos e portas com abertura em asa de gaivota.

Os motores elétricos do Lilium geram nada menos que o equivalente a 2000 cv de potência, suficiente para que o táxi aéreo consiga percorrer um máximo de 300 km (planeando uma rota para transportar vários passageiros para destinos diferentes de uma só vez) ou, em alternativa, atingir uma velocidade máxima de 300 km/h. Os motores aproveitam ao máximo a sua potência para atingirem velocidade, pois a dimensão das asas significa liberta os propulsores de terem que criar sustentação.

Quando estiver certificada para voar, a aeronave elétrica vai consegue voar de forma autónoma, mas para já foi controlada à distância. A Lilium pretende construir o seu táxi aéreo em série, de modo a que as frotas possam estar operacionais em 2025. Para viajar no Lilium, o passageiro vai poder marcar uma viagem num aplicativo de smartphone, que também o direciona para a paragem mais próxima.

https://www.motor24.pt/motores/barcos-avioes/taxi-aereo-de-cinco-lugares-ja-voa/amp/

Comentários

Notícias mais vistas:

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

Dormir numa bagageira

José Soeiro  O aparato da tecnologia avançada organiza as mais indignas regressões sociais. Radical é uma bagageira ser o quarto de um trabalhador De visita a Lisboa, John chamou um Uber mal chegou ao aeroporto. O carro veio buscá-lo, conta-nos a última edição do Expresso, mas o motorista resistiu a pôr as malas do turista na bagageira. Insistência de um lado e renitência do outro, houve uma altercação, até que a PSP interveio e exigiu que o motorista abrisse a bagageira do carro. Dentro dela, estava um homem - um outro motorista, que faz daquela bagageira o seu quarto, recanto possível para repousar o corpo. Segundo o jornal, não é caso único. A situação é comum entre os migrantes do Indostão a trabalhar para a Uber. Eis a condição extrema dos trabalhadores da gig economy num país europeu do século XXI. Lisboa, paraíso dos nómadas digitais, capital da Web Summit, viveiro de “unicórnios”, sede do centro tecnológico europeu da Uber, “modelo de ouro” das plataformas: cidade sem teto ...

Governo paga 1.876 euros por cada cama que liberte internamentos sociais nos hospitais

Nuno Patrício - RTP O Governo vai pagar 1.876,30 euros por cada cama intermédia no setor social que liberte camas dos hospitais ocupadas com internamentos sociais, anunciou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) em comunicado. Segundo o Governo, o valor é 10% superior ao custo média de uma vaga numa estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) e foi acordado em reunião com a Comissão Permanente do Setor Social e Solidário, que reúne os representantes do setor. Quase 2.800 utentes estavam internados nos hospitais públicos, a meio de janeiro, à espera de resposta social ou de vaga em cuidados continuados, segundo dados da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS). O Governo tinha anunciado há duas semanas a criação de 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, destinadas a pessoas com alta clínica que ainda não podem ser encaminhadas para respostas permanentes, c...