Avançar para o conteúdo principal

Governo conseguiu enganar a todos no caso dos professores.

A capacidade de comunicação deste governo é o seu maior triunfo, consegue manipular facilmente os portugueses, agora já consegue também manipular o Presidente, os comentadores e os jornalistas!

O governo diz que não pode cumprir a lei e contar o tempo de serviço dos professores por não ter dinheiro para pagar a actualização dos ordenados que essa contagem implica.

Acontece que os sindicatos dos professores sempre estiveram dispostos a negociar o reposicionamento salarial decorrente da contagem do tempo de serviço. o que os sindicatos não abdicam é dessa contagem por motivos de verdade e justiça, mesmo entre professores.

A contagem desses 9 anos de tempo de serviço não tem em si mesmo, qualquer consequência orçamental, a consequência orçamental seria na posterior recuperação dos salários mas essa parte os sindicatos estão dispostos a negociar.

O que os professores não estão dispostos a negociar é da contagem de quase uma década de serviço. Essa contagem é importante, mesmo que não implique qualquer valorização salarial, por motivos de verdade e justiça para evitar injustiças no futuro, como professores com menos tempo de serviço ultrapassar outros com mais 9 anos simplesmente porque esses 9 anos foram apagados...

A progressão nas carreiras dos professores tem 2 componentes: Tempo de serviço que é um critério objectivo e avaliação que é um critério menos objectivo. Por isso é que é tão importante contar todo o tempo de serviço para evitar que professores com menos tempo de serviço fiquem à frente, em pouco tempo, apenas porque tiveram melhores notas. As notas são importantes mas nem sempre são justas pelo que o tempo de serviço é uma forma de diminuir qualquer injustiça das avaliações.

https://comentariosdowilson.blogspot.com/2018/06/governo-conseguiu-enganar-todos-no-caso.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Digi admite sair de Portugal se não tiver condições para concorrer e apela a Anacom que reconsidere prorrogação automática das licenças

O estudo da Lisbon Economics, apresentado por Abel Mateus, conclui que a proposta de renovação do espectro da Anacom congela a estrutura do mercado móvel até à década de 2040.  A Digi mostra-se surpreendida com a iminência de ver as licenças dos operadores de telecomunicações Meo, NOS e Vodafone renovadas automáticamente pela Anacom, alegando que não foi essa a expetativa que teve quando investiu em Portugal e participou no leilão da quinta geração de rede móvel. E apela para que a Anacom, a Autoridade Nacional de Comunicações, reconsidere a decisão de prorrogar automaticamente os direitos de espectro dos três maiores operadores, em nome da concorrência leal. O apelo foi feito esta sexta-feira, em Lisboa, pelo diretor executivo do grupo Digi, Valenti Popoviciu, num encontro com a imprensa portuguesa, que contou com a presença do antigo presidente da Autoridade da Concorrência (AdC), Abel Mateus, que apresentou um estudo feito pela Lisbon Economics, a pedido da Digi, e de acordo com...

Corvo, "a ilha que fica às escuras" no outono para salvar aves marinhas

© Andrea Zanenga, Clara Ramirez Altabas e Elisa Teixeira/SPEA-BirdLife  Todos os anos, no outono, a ilha do Corvo, nos Açores, apaga a iluminação pública durante alguns dias para ajudar as crias dos cagarros a voarem em direção ao oceano, "guiadas pelas estrelas". O "apagão" solidário foi destaque este fim de semana no The Guardian. Uma vez por ano, o Corvo, a ilha mais pequena do arquipélago dos Açores, "fica às escuras" para salvar as crias dos cagarros, uma ave marinha endémica do Oceano Atlântico. O "apagão" solidário foi, este fim de semana, destaque no The Guardian, mas desde 2019 que os cerca de 450 habitantes da ilha açoriana abraçam a causa. No outono, durante cinco noites, não há iluminação pública no Corvo para "combater os efeitos desastrosos da luz artificial" nos voos das crias dos cagarros em direção ao oceano. Segundo o jornal britânico, tudo começou em 1991, quando a comunidade se deparou com "um enorme número...