Avançar para o conteúdo principal

Quem são os mais ricos de Portugal? Forbes divulgou a lista



 A revista Forbes Portugal publicou a lista 'Os 50 milionários Portugueses 2024' e sublinha que as dez famílias mais ricas "detêm uma fatia de 23,5 mil milhões de euros".

Quem são os mais ricos de Portugal? Forbes divulgou a lista

Quem são os milionários Portugueses? A revista Forbes Portugal divulgou, na sua edição de dezembro/janeiro, a lista 'Os 50 milionários Portugueses 2024'. Juntos, contabilizam um património de 45 mil milhões de euros.


Recorde-se que este ranking "destaca, anualmente, a fortuna das famílias nacionais mais poderosas nos negócios", que, em 2024, viram o seu património crescer quase cinco mil milhões de euros em relação ao ano anterior.


Apesar de algumas 'mexidas' nas três primeiras posições, as famílias que ocupam estes lugares são as mesmas do que em 2023 - as famílias Amorim, Guimarães de Mello e Soares dos Santos, respetivamente.


No ano passado, no entanto, a família Soares dos Santos ocupava o segundo lugar, enquanto que a Guimarães de Mello estava na terceira posição.


O quarto lugar manteve-se na família Azevedo e o quinto no clã Alves Ribeiro.


A Forbes Portugal sublinha que as dez famílias mais ricas "detêm uma fatia de 23,5 mil milhões de euros", que representa quase metade do valor total dos 50 nomes que integram a lista.


Fique a conhecer o top 10 dos 50 Milionários, segundo a lista da Forbes Portugal:


1.ª posição

Fernanda, Paula, Marta e Luísa Amorim

Galp, Corticeira Amorim

Fortuna: 5.400 milhões de euros


2.ª posição

Família Guimarães de Mello

Grupo José de Mello, CUF, Brisa, Bondalti

Fortuna: 3.329 milhões de euros


3.ª posição

Família Soares dos Santos

Sociedade Francisco Manuel dos Santos, Jerónimo Martins

Fortuna: 2.942 milhões de euros


4.ª posição

Nuno, Paulo e Cláudia Azevedo

Sonae SGPS, Sonae Capital, Sonae Indústria, SonaeCom

Fortuna: 2.383 milhões de euros


5.ª posição

Família Alves Ribeiro

Mundicenter, Alves Ribeiro, Alrisa, Banco Invest

Fortuna: 1.770 milhões de euros


6.ª posição

Dionísio Pestana

Grupo Pestana, Pousadas de Portugal, Casino da Madeira, Empresa de Cervejas da Madeira

Fortuna: 1.750 milhões de euros


7.ª posição

Família Silva Domingues

BA Glass Group,, Euroatla, Euronave, Cerealis

Fortuna: 1.694 milhões de euros


8.ª posição

António Silva Rodrigues

Grupo Simoldes, Banco BIG, Millenium BCP

Fortuna: 1.693 milhões de euros


9.ª posição

Carlos Moreira da Silva

BA Glass Group, Horizon Equity Partners, Cerealis

Fortuna: 1.613 milhões de euros


10.ª posição

Fernando Campos Nunes

Grupo Visabeira, Vista Alegre Atlantis, Bordalo Pinheiro

Fortuna: 1.596 milhões de euros


Quem são os mais ricos de Portugal? Forbes divulgou a lista


Comentários

Notícias mais vistas:

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...