Avançar para o conteúdo principal

Submarino com 45 turistas afunda no Mar Vermelho, junto à costa egípcia. Há seis pessoas mortas e nove feridos



 Autoridades afirmam que seis turistas morreram e nove pessoas ficaram feridas. Outras 39 pessoas foram retiradas da embarcação que afundou perto de porto na costa do Egito.


Um submarino com 45 turistas de várias nacionalidades, incluindo crianças e alguns tripulantes, afundou esta quinta-feira no Mar Vermelho. As autoridades locais confirmaram a morte de seis cidadãos russos. Nove pessoas que sofreram ferimentos foram transportadas para hospitais nas proximidades, incluindo quatro que se encontram em estado crítico. No total, 39 pessoas foram retiradas da embarcação que afundou próximo do porto de Hurghada, uma cidade costeira do Egito, de acordo com a BBC.


Inicialmente, a embaixada russa no Egito indicou que todos os turistas a bordo eram cidadãos da Rússia, numa publicação nas redes sociais. Porém, citado pela BBC, o governador do Mar Vermelho, Amr Hanafy, precisou mais tarde que havia outras nacionalidades a bordo — indiana, sueca e norueguesa. O acidente ocorreu às 10h00 da hora local, a cerca de um quilómetro da costa.


As autoridades da Rússia indicaram que duas das vítimas mortais eram da região do Tartaristão, no oeste da Rússia, e eram médicas. Assinalaram também que duas das filhas dos médicos estão no hospital.


Além disso, segundo informações preliminares avançadas pela BBC, o submarino terá embatido contra um coral e perdeu pressão na sequência do choque. O embate terá ocorrido a cerca de 20 metros de profundidade.


O submarino pertence à empresa Sindbad Submarines que opera viagens de turistas ao largo desta cidade egípcia, há vários anos, tendo 14 submarinos para atividades recreativas pelo mundo.


Submarino com 45 turistas afunda no Mar Vermelho, junto à costa egípcia. Há seis pessoas mortas e nove feridos – Observador


Em Portugal pode entrar num submarino sem o risco de morrer, veja ovídeo em:



.


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

OpenAI deixa alerta após agentes de IA acederem a sites do governo dos EUA

 A OpenAI afirma ter alertado “dezenas” de instituições por todo o mundo de que os seus sites podem ter sido alvo de acessos indevidos por parte de bots de inteligência artificial (IA). Entre as entidades visadas estão organismos do governo norte-americano, universidades e agências públicas. A empresa OpenAI explicou que os agentes de inteligência artificial foram desenvolvidos e treinados para operar de forma maioritariamente autónoma, tendo como objetivo encontrar “fontes confiáveis de informação pública”. No entanto, alguns terão ultrapassados limites e tentado contornar as medidas de segurança existentes nos sites. Entre as instituições que os bots tentaram aceder estão a Securities and Exchange Commission (SEC), agência federal independente dos Estados Unidos responsável pela regulação dos mercados financeiros e pela proteção dos investidores, o Census Bureau, principal agência estatística do país, e o Departamento de Educação, responsável por matérias relacionadas com a educa...

Lei do arrendamento aprovada na generalidade

 Abstenção do Chega foi suficiente para alterar o regime de arrendamento urbano. Acordo trouxe algumas alterações à proposta de lei. A proposta de lei do Governo para alterar o regime de arrendamento urbano foi aprovada na generalidade no parlamento, devido à abstenção do Chega, após o Governo ter manifestado disponibilidade para negociar “melhorias” na especialidade. O documento foi aprovado na generalidade com os votos favoráveis do PSD, IL, CDS-PP, a abstenção do Chega e contra do PS, Livre, PCP, PAN, JPP e BE, tendo as restantes iniciativas dos partidos sobre este tema sido todas rejeitadas. O presidente do Chega e o líder parlamentar do PSD assinaram um acordo para introduzir, na discussão na especialidade, alterações ao pedido do Governo para rever o Novo Regime do Arrendamento Urbano. “Tendo o Governo apresentado na Assembleia da República proposta para alterar a legislação em matéria de arrendamento urbano e tendo o Chega apresentado vários dos elementos constantes da mesma...