Avançar para o conteúdo principal

Um único relâmpago mata 300 animais


300 RENAS MORTAS POR UM RELÂMPAGO NA NORUEGA

Mais de 300 renas foram encontradas mortas no planalto montanhoso na região de Hardanger, na Noruega, depois de terem sido atingidas por um relâmpago durante uma forte tempestade.

As autoridades locais acreditam que os animais foram mortos pelo que terá sido o “relâmpago mais mortal da história“.

“Nunca tínhamos tido conhecimento de um número tão grande de renas mortas por apenas um raio. Tanto quanto sabemos, este foi um incidente único” afirmou Elin Fosshaug Olso, porta-voz da Agência Norueguesa do Ambiente, citada pela BNO News.

Segundo Knut Nylend, funcionário da Inspeção da Natureza Norueguesa, as renas têm a tendência de se manter sempre reunidas em rebanhos, e, provavelmente, concentraram-se numa pequena área com medo da tempestade, tendo sido depois atingidas pelo relâmpago fatal.

As amostras obtidas dos corpos dos animais já foram enviadas para o Instituto Veterinário da Noruega, o que permitirá determinar qual foi a causa da morte das renas.

De acordo com os especialistas, a Noruega não é um país particularmente propenso a relâmpagos com uma dimensão tão grande.

Os dados de satélite da Global Hydrology Research Center da NASA revelam que, ao longo de um ano, o sul da Noruega é atingido, em média, por menos de um relâmpago por quilómetro quadrado.

O Livro do Guinness regista que o relâmpago que provocou mais mortes de animais aconteceu em 2005, quando 68 vacas morreram, na Austrália.


Em: http://zap.aeiou.pt/300-renas-mortas-por-um-relampago-na-noruega-127586

Comentários

Notícias mais vistas:

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...