Avançar para o conteúdo principal

Deve-se comer 6 vezes ao dia

FAZER 6 REFEIÇÕES POR DIA REDUZ RISCO DE DOENÇAS CARDIOVASCULARES

Comer seis vezes por dia, para além de ajudar a perder ou manter o peso saudável, também pode ter benefícios para a saúde, especialmente do coração.

O estudo realizado por investigadores da Johns Hopkins Bloomberg School of Public Health, em Baltimore, sugere que fazer seis pequenas refeições por dia pode reduzir o risco de morte devido a artérias obstruídas em mais de 30%, comparativamente a fazer três ou quarto refeições por dia.

Para este estudo, publicado em junho na Annals of Epidemiology, os investigadores analisaram 6.884 adultos que foram acompanhados ao longo de 14 anos, entre 1992 e 2006.

Os riscos parecem diminuir mesmo se a ingestão total de energia diária exceder os níveis recomendados de 2.500 calorias para homens e duas mil para mulheres.

Os cientistas acreditam que o corpo funciona melhor ao metabolizar pequenas quantidades de energia de cada vez, ao contrário do que acontece com as grandes refeições feitas muito espaçadamente.

As refeições muito espaçadas podem sobrecarregar o sistema metabólico, despoletando condições perfeitas para diabetes tipo 2 e grandes depósitos de gordura – fatores de risco chave para as doenças cardiovasculares.

Os investigadores advertem que fazer uma dieta de seis refeições por dia só é benéfico para a saúde do coração se esta for rica em frutas e vegetais e pobre em junk food – caso contrário, poderá significar aumento de peso, e dar azo a uma série de outros problemas de saúde.


Em: http://zap.aeiou.pt/fazer-6-refeicoes-por-dia-reduz-risco-de-doencas-cardiovasculares-127695

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Burnham defende junto a Trump "acesso total" de Kyiv ao Starlink

 O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, defendeu junto do Presidente norte-americano, Donald Trump, a importância de a Ucrânia ter acesso total à rede de satélites Starlink, segundo Downing Street. O primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, defendeu hoje junto do Presidente norte-americano, Donald Trump, a importância de a Ucrânia ter acesso total" à rede de satélites Starlink, segundo Downing Street. O líder britânico destacou que este sistema, cuja versão militar é conhecida por Starshield, é essencial para que os ucranianos "possam continuar a defender-se contra a invasão em grande escala conduzida pela Rússia". Andy Burnham "elogiou a iniciativa do Presidente Trump de levar (o Presidente russo Vladimir) Putin à mesa das negociações", detalhou a assessoria do chefe do Governo britânico. "Os líderes concordaram em trabalhar em conjunto, ao lado dos parceiros internacionais, para pôr fim a este derramamento de sangue", acrescentou. Kiev relat...

Diretor-executivo da Citadel considera “quase certo” que existe uma bolha de IA

 O empresário que gere a Citadel, uma empresa de serviços financeiros, considera que as empresas estão a pagar por modelos de Inteligência Artificial (IA) sem conseguirem retirar deles, consistentemente, valor suficiente, numa altura em que as empresas que os desenvolvem planeiam gastar ainda mais em chips, centros de dados e novos sistemas. Durante a conferência Future of Global Markets, em Nova Iorque, Ken Griffin afirmou que os investidores estão “quase certamente” perante uma bolha de IA. Citada pela Bloomberg, a declaração surge num momento em que os investidores se mostram mais ansiosos com o intervalo entre o pagamento da infraestrutura de IA e o retorno resultante, receando que os lucros e os ganhos de produtividade cheguem mais devagar do que o esperado. Um retorno ainda desigual Na perspetiva de Ken Griffin, a capacidade das empresas norte-americanas de extrair valor dos modelos de IA tem sido muito desigual. Segundo o empresário, isso indica que muitas ainda estão a perc...