Avançar para o conteúdo principal

Sol pode acabar com a vida na Terra

MEGA-EXPLOSÃO SOLAR PODE ACABAR COM A VIDA NA TERRA

O Sol pode libertar explosões de energia e radiação mil vezes mais fortes do que se pensava. Foi o que descobriu uma equipa de investigadores britânicos que alerta que uma destas mega-erupções solares acabará com a vida na Terra.

Esta equipa de pesquisa do Centro para a Fusão, Espaço e Astrofísica da Universidade de Warwick, no Reino Unido, procedeu à análises de dados, obtidos através do telescópio Kepler, sobre a estrela KIC9655129.

No trabalho publicado pela revista Popular Science, os cientistas explicam que constataram que este corpo celeste da nossa galáxia pode provocar mega-explosões capazes de libertarem súbitas descargas de energia.

Estas explosões super-potentes serão semelhantes às libertações de radiação produzidas pelo Sol, mas ainda mais potentes, podendo libertar energia equivalente a 100 mil milhões de bombas de mega-toneladas.

“Se o Sol produzisse um super-relâmpago seria desastroso para a vida na Terra; os nossos sistemas GPS e de comunicação rádio poderiam ficar severamente interrompidos e poderia haver falhas de energia de larga escala como resultado de uma forte corrente eléctrica induzida nas redes de energia”, explica a líder do estudo, Chloe Pugh, num comunicado divulgado pela Universidade de Warwick.

Contudo, não vale a pena entrar em pânico. “As condições necessárias para um super-relâmpago são extremamente improváveis de ocorrer no Sol, com base em observações anteriores da actividade solar”, refere o investigador.

EM: http://zap.aeiou.pt/mega-explosao-solar-pode-acabar-com-vida-na-terra-92541

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Portugal perto de amarrar 20 cabos submarinos e tornar-se ‘hub’ digital

 Mais do que ligar continentes, os cabos submarinos tornaram-se uma infraestrutura crítica para atrair centros de dados, cloud e inteligência artificial, reforçando a competitividade do país. A 8 de junho de 1870, Portugal entrou na era das telecomunicações globais com a entrada em funcionamento do primeiro cabo telegráfico submarino, que ligava Carcavelos a Porthcurno, na costa sul do Reino Unido. Mais de século e meio depois, o país continua a desempenhar um papel estratégico nas comunicações internacionais, beneficiando sobretudo da sua posição geográfica privilegiada no Atlântico. Localizado na interceção das ligações entre a Europa, as Américas e África, Portugal afirma-se como uma plataforma de ligação entre continentes. Segundo um estudo deste ano da Câmara de Comércio Americana em Portugal (AmCham Portugal), até ao final deste ano, o país deverá contar com 20 cabos submarinos amarrados à costa. Em 2027, está ainda prevista a entrada em operação de mais um sistema, reforçand...

Técnico (IST) lidera consórcio para o estudo de plasmas contendo antimatéria

O Instituto Superior Técnico da Universidade de Lisboa lidera consórcio com financiamento europeu para o estudo de plasmas contendo antimatéria. Ao longo dos próximos quatro anos, projeto PAIR trabalhará para criar, diagnosticar e modelar “plasmas de pares”, um estado único da matéria contendo eletrões e positrões. Ao longo dos próximos quatro anos, o Instituto Superior Técnico, Universidade de Lisboa, encabeçará um consórcio dos principais centros mundiais de física e computação na área da física de plasmas com o intuito de estudar ‘plasmas de pares’, um estado único da matéria contendo eletrões e a sua contraparte de antimatéria, os positrões. O projeto, Plasma Antimatter Investigation and Realization (PAIR), recebeu financiamento através do programa Horizonte Europa da União Europeia. Durante décadas, o estudo destes ‘plasmas de pares’ limitou-se maioritariamente a cálculos teóricos e observações telescópicas distantes, dada a natureza exótica deste estado da matéria. Com esta inici...