Avançar para o conteúdo principal

Sol pode acabar com a vida na Terra

MEGA-EXPLOSÃO SOLAR PODE ACABAR COM A VIDA NA TERRA

O Sol pode libertar explosões de energia e radiação mil vezes mais fortes do que se pensava. Foi o que descobriu uma equipa de investigadores britânicos que alerta que uma destas mega-erupções solares acabará com a vida na Terra.

Esta equipa de pesquisa do Centro para a Fusão, Espaço e Astrofísica da Universidade de Warwick, no Reino Unido, procedeu à análises de dados, obtidos através do telescópio Kepler, sobre a estrela KIC9655129.

No trabalho publicado pela revista Popular Science, os cientistas explicam que constataram que este corpo celeste da nossa galáxia pode provocar mega-explosões capazes de libertarem súbitas descargas de energia.

Estas explosões super-potentes serão semelhantes às libertações de radiação produzidas pelo Sol, mas ainda mais potentes, podendo libertar energia equivalente a 100 mil milhões de bombas de mega-toneladas.

“Se o Sol produzisse um super-relâmpago seria desastroso para a vida na Terra; os nossos sistemas GPS e de comunicação rádio poderiam ficar severamente interrompidos e poderia haver falhas de energia de larga escala como resultado de uma forte corrente eléctrica induzida nas redes de energia”, explica a líder do estudo, Chloe Pugh, num comunicado divulgado pela Universidade de Warwick.

Contudo, não vale a pena entrar em pânico. “As condições necessárias para um super-relâmpago são extremamente improváveis de ocorrer no Sol, com base em observações anteriores da actividade solar”, refere o investigador.

EM: http://zap.aeiou.pt/mega-explosao-solar-pode-acabar-com-vida-na-terra-92541

Comentários

Notícias mais vistas:

Ucrânia acusa Hungria de fazer sete funcionários de banco ucraniano reféns em Budapeste

 Kiev acusa as autoridades húngaras de terem raptado sete funcionários do Oschadbank da Ucrânia, e terem apreendido uma grande quantidade de dinheiro e ouro. Uma nova escalada numa amarga disputa diplomática entre Orbán e Zelenskyy. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia acusou na quinta-feira a Hungria de fazer sete funcionários de um banco ucraniano reféns em Budapeste, num momento de elevada tensão entre os dois países. "Em Budapeste, as autoridades húngaras fizeram sete cidadãos ucranianos reféns. Os motivos permanecem desconhecidos, assim como o seu estado de saúde atual", escreveu Andriy Sybiga. Segundo o chefe da diplomacia ucraniana, os detidos são "funcionários do banco estatal Oschadbank que operavam dois veículos do banco em trânsito entre a Áustria e a Ucrânia, transportando dinheiro". "Trata-se de terrorismo e de extorsão patrocinada pelo Estado" perpetrada pela Hungria, denunciou o ministro, afirmando já ter enviado uma nota oficial ...

Office  EU é a alternativa europeia às suítes de produtividade norte‑americanas

 Plataforma europeia Office EU reúne e‑mail, documentos, calendário e videoconferência sob o RGPD, oferecendo uma alternativa às soluções dos EUA. Uma plataforma digital europeia está a posicionar-se como alternativa às grandes suítes de produtividade controladas por empresas norte-americanas. Chama-se Office  EU e reúne num só espaço todas as ferramentas básicas de escritório – desde edição de texto e folhas de cálculo até correio eletrónico, armazenamento de ficheiros e videoconferência. A sua principal diferença? É integralmente europeia, tanto na propriedade como na infraestrutura técnica, e cumpre as regras de proteção de dados da União Europeia. O OfficeEU visa oferecer a empresas, organizações e cidadãos uma solução de trabalho em nuvem sem recurso a servidores ou legislação de fora da Europa. O utilizador pode criar e partilhar documentos, gerir agendas e realizar chamadas de vídeo num ambiente regulado pelo RGPD, mantendo o controlo sobre os próprios dados. Entre as aplica...

Wall Street começa a chamar a atenção para os "ecos" da pior crise do século

  Para alguns investidores proeminentes, os paralelos com a crise dos subprimes parecem óbvios. Mas não há um consenso claro em Wall Street Nova Iorque -  Durante meses, investidores e analistas têm acompanhado de perto o obscuro setor financeiro conhecido como crédito privado, onde os sinais de alerta têm alimentado receios de uma repetição da crise financeira de 2008. Ainda não é claro se estes alertas representam apenas alguns erros isolados ou uma fragilidade sistémica mais grave no setor de 1,8 mil milhões de dólares. Mas, se esta última hipótese for sequer remotamente possível, vale a pena perceber o que raio se está a passar. Uma breve introdução ao "crédito privado" De uma forma muito simples, o termo refere-se aos investidores que emprestam dinheiro diretamente a empresas privadas, sem passar pelos bancos. Os mutuários — geralmente pequenas empresas que os bancos considerariam demasiado arriscadas ou complexas para um empréstimo tradicional — pagam uma taxa de juro m...