Avançar para o conteúdo principal

Esquerda apela ao voto na Direita:

ESQUERDA FRANCESA APELA AO VOTO NA DIREITA PARA DERROTAR A FRENTE NACIONAL

Manuel Valls, primeiro-ministro da França:

Um apelo à força da República contra a extrema-direita. É assim que o primeiro-ministro francês, o socialista Manuel Valls, incita ao voto na oposição de direita para que a Frente Nacional de Marine Le Pen saia derrotada.

O apelo sui generis foi feito pelo governante com vista à segunda volta das eleições regionais e tendo como foco principal as regiões de Provence-Alpes-Côte d’Azur, de Nord-Pas-de-Calais-Picardie e de Alsace-Champagne-Ardennes-Lorraine, onde a Frente Nacional obteve as melhores votações na primeira volta.

“Neste tipo de situações, é preciso ser desinteressado e estar à altura dos acontecimentos”, diz Manuel Valls em declarações ao canal de televisão TF1.

“Quando se ama o país, não se hesita, vai-se directo ao assunto e é-se republicano“, apela Valls.

A Frente Nacional foi a grande vencedora na primeira volta das eleições regionais francesas, enquanto os socialistas de Manuel Valls foram os grandes perdedores.

Nas regiões com votação mais expressiva da extrema-direita, os candidatos socialistas retiraram-se, para apoiar a direita, com a perspectiva de criar uma união republicana contra a Frente Nacional.

Manuel Valls constata que a França vive “um momento histórico”, estando “em guerra contra o terrorismo” e em pleno combate político entre “duas visões da República e da França” totalmente divergentes.

O governante resume esta batalha entre os republicanos e a Frente Nacional à disputa entre uma perspectiva “exigente que quer proteger, mas também reunir os franceses e uma segunda estreita e pequena, sem solução para aqueles que sofrem e estão desesperados”.

Logo se verá em quem mais confiam os franceses.


Em: http://zap.aeiou.pt/esquerda-francesa-apela-ao-voto-na-direita-para-derrotar-frente-nacional-92653

Comentários

Notícias mais vistas:

Diarreia legislativa

© DR  As mais de 150 alterações ao Código do Trabalho, no âmbito da Agenda para o Trabalho Digno, foram aprovadas esta sexta-feira pelo Parlamento, em votação final. O texto global apenas contou com os votos favoráveis da maioria absoluta socialista. PCP, BE e IL votaram contra, PSD, Chega, Livre e PAN abstiveram-se. Esta diarréia legislativa não só "passaram ao lado da concertação Social", como também "terão um profundo impacto negativo na competitividade das empresas nacionais, caso venham a ser implementadas Patrões vão falar com Marcelo para travar Agenda para o Trabalho Digno (dinheirovivo.pt)

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...