Avançar para o conteúdo principal

Ciência: Porque morre o amor eterno?

CIENTISTAS DESCOBREM PORQUE MORRE O AMOR ETERNO

Psicólogos da Universidade de Western Sydney, na Austrália, determinaram as principais razões que levam ao fim de uma relação.

Os cientistas australianos resumiram seis estudos que incluíram 6.500 pessoas para identificar quais são as três causas mais comuns que “matam” o amor.

A análise final, publicada na revista Personal and Social Psychology Bulletin, assinala que as exigências sobre a relação variam de acordo com o tempo que dura o romance.

Quanto às relações fugazes, fatores como “mau cheiro” e “falta de higiene” são cruciais.

Contudo, a longo prazo, as pessoas são mais exigentes – em especial as mulheres. “Falta de sentido de humor“, “mau sexo” ou “falta de auto-confiança” são as principais razões para acabar uma relação. Os homens, por sua vez, sentem-se menos confortáveis com a “baixa libido” ou “tagarelice” da sua parceira.

No entanto, ambos os sexos afirmam que a “desorganização“, a “preguiça” e “instabilidade económica” são as principais razões para a separação.

Os investigadores também ressaltam que os mais confiantes na sua aparência e que acreditam na possibilidade de encontrar um novo parceiro são mais propensos a abandonar uma relação.

Em: http://zap.aeiou.pt/cientistas-descobrem-porque-morre-o-amor-eterno-89066

Comentários

Notícias mais vistas:

Largo dos 78.500€

  Políticamente Incorrecto O melhor amigo serve para estas coisas, ter uns trocos no meio dos livros para pagar o café e o pastel de nata na pastelaria da esquina a outros amigos 🎉 Joaquim Moreira É historicamente possível verificar que no seio do PS acontecem repetidas coincidências! Jose Carvalho Isto ... é só o que está á vista ... o resto bem Maior que está escondido só eles sabem. Vergonha de Des/governantes que temos no nosso País !!! Ana Paula E fica tudo em águas de bacalhau (20+) Facebook

Dormir numa bagageira

José Soeiro  O aparato da tecnologia avançada organiza as mais indignas regressões sociais. Radical é uma bagageira ser o quarto de um trabalhador De visita a Lisboa, John chamou um Uber mal chegou ao aeroporto. O carro veio buscá-lo, conta-nos a última edição do Expresso, mas o motorista resistiu a pôr as malas do turista na bagageira. Insistência de um lado e renitência do outro, houve uma altercação, até que a PSP interveio e exigiu que o motorista abrisse a bagageira do carro. Dentro dela, estava um homem - um outro motorista, que faz daquela bagageira o seu quarto, recanto possível para repousar o corpo. Segundo o jornal, não é caso único. A situação é comum entre os migrantes do Indostão a trabalhar para a Uber. Eis a condição extrema dos trabalhadores da gig economy num país europeu do século XXI. Lisboa, paraíso dos nómadas digitais, capital da Web Summit, viveiro de “unicórnios”, sede do centro tecnológico europeu da Uber, “modelo de ouro” das plataformas: cidade sem teto ...

Governo paga 1.876 euros por cada cama que liberte internamentos sociais nos hospitais

Nuno Patrício - RTP O Governo vai pagar 1.876,30 euros por cada cama intermédia no setor social que liberte camas dos hospitais ocupadas com internamentos sociais, anunciou o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) em comunicado. Segundo o Governo, o valor é 10% superior ao custo média de uma vaga numa estrutura residencial para pessoas idosas (ERPI) e foi acordado em reunião com a Comissão Permanente do Setor Social e Solidário, que reúne os representantes do setor. Quase 2.800 utentes estavam internados nos hospitais públicos, a meio de janeiro, à espera de resposta social ou de vaga em cuidados continuados, segundo dados da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS). O Governo tinha anunciado há duas semanas a criação de 400 vagas de internamento social em novas unidades intermédias, contratualizadas com entidades do setor social e solidário, destinadas a pessoas com alta clínica que ainda não podem ser encaminhadas para respostas permanentes, c...