Avançar para o conteúdo principal

Estado passa a reabilitar em vez de construir para arrendar.

Mais 800 casas no mercado de arrendamento até final do ano

Valores das rendas são 20 a 30% mais baixas do que as praticadas no mercado livre

O Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) pretende colocar até ao final deste ano 800 casas no mercado social de arrendamento, no qual incluiu até ao momento 200 e acordos com duas imobiliárias.

Após a audição em comissão parlamentar, o presidente do IHRU, Vítor Reis, explicou aos jornalistas que irá substituir o modelo de financiamento de construção nova para venda pelo de reabilitação urbana para arrendamento.

Comentando o atual mercado social, Vítor Reis acrescentou, citado pela Lusa, que está a decorrer o processo de passagem de casas dos bancos para o fundo de investimento.

Em vigor está já um acordo com as duas empresas imobiliárias, o que já fez aumentar o número de arrendamentos, segundo o responsável do IHRU.

«As câmara municipais não têm a agilidade na operação comercial das mediadoras imobiliárias», explicou Vitor Reis.

Questionado sobre se o acordo de comercialização com as duas empresas não significava ultrapassar as autarquias, o dirigente afirmou tratar-se de «trabalhar com as câmaras».

«As empresas estão a comercializar no mercado de arrendamento social, tal como o IHRU quer fazer», resumiu.

Segundo a apresentação feita pelo Ministério da Segurança Social, este mercado é uma das medidas do Programa de Emergência Social (PES) e resulta de uma parceria entre o Estado, os Municípios e as banco que aderiram.

Os valores das rendas são 20 a 30% mais baixas do que as praticadas no mercado livre e, segundo o portal na Internet do PES, a primeira fase, que culminou no final de 2012, tinha como objetivo disponibilizar cerca de 2.000 imóveis, em 100 Municípios do país.


Em: http://www.tvi24.iol.pt/economia---dinheiro-pessoal/casas-arrendamento-mercado-social-habitacao/1408236-6378.html

Comentários

Notícias mais vistas:

Constância e Caima

  Fomos visitar Luís Vaz de Camões a Constância, ver a foz do Zêzere, e descobrimos que do outro lado do arvoredo estava escondida a Caima, Indústria de Celulose. https://www.youtube.com/watch?v=w4L07iwnI0M&list=PL7htBtEOa_bqy09z5TK-EW_D447F0qH1L&index=16

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...