Avançar para o conteúdo principal

Reformas congeladas: perto de um milhão de novos pensionistas foram lesados por lei de Sócrates que limita aumentos



 Há cerca de um milhão de pensionista que terão sido injustiçados devido a uma lei que remonta a 2007 e que prevê que o aumento das pensões só chega dois anos após a entrada na reforma, apontou esta quarta-feira o ‘Corrreio da Manhã’: a denúncia chegou de António Lourenço, do Movimento JPR – Justiça para Pensionistas e Reformados, que garantiu que vão ser pedidas audições com Marcelo Rebelo de Sousa, aos partidos políticos e ao novo Governo para encontrar uma solução.


Desde 2007, terá havido cerca de 950 mil cidadãos lesados, entre o setor público e privado.


De acordo com a lei nº 52/2007, de 31 de agosto, as pensões de aposentação, reforma e invalidez são atualizadas anualmente a partir do segundo ano da sua atribuição, com efeitos a 1 de janeiro de cada ano: assim, as pensões nunca sofrem uma atualização no ano seguinte ao seu início, o que penalizou os pensionistas. De acordo com o movimento, é uma medida gravosa e que resulta na perda de poder de compra: entre 2022 e 2024, terá havido uma perda acumulada do rendimento médio de 10%.


O Movimento JPR – Justiça para Pensionistas e Reformados tem uma petição online para exigir a correção desta lei, tendo já apresentado queixa à provedora da Justiça, Maria Lúcia Amaral.


Recorde-se que o valor médio das novas pensões subiu, em 2023, 3,4% para 687,41 euros, segundo dados da Segurança Social. O número de pensões de velhice atribuídas no ano passado aumentou 19,2% face ao ano anterior, totalizando 102.435.


Reformas congeladas: perto de um milhão de novos pensionistas foram lesados por lei que limita aumentos – Executive Digest (sapo.pt)


Comentários

Notícias mais vistas:

Secretas dos EUA confirmam: Irão passou a ter acesso a "uma arma mais poderosa do que qualquer bomba nuclear"

  O Estreito de Ormuz foi fechado nos primeiros dias da guerra e não reabriu entretanto, sufocando todo o mundo com as consequências económicas As agências de informação dos EUA avaliaram recentemente que o Irão pode efetivamente bloquear o acesso ao Estreito de Ormuz a qualquer momento, o que significa que o regime do país adquiriu uma nova e poderosa capacidade de prejudicar a economia global como resultado da guerra, de acordo com três fontes familiarizadas com as conclusões. Independentemente do acordo preliminar que deverá ser formalmente assinado esta sexta-feira para abrir a importante via navegável como prelúdio para as negociações nucleares, o Irão provou que pode bloquear o acesso ao estreito durante o atual conflito, e as avaliações dos serviços de informação dos EUA sugerem que isso pode voltar a acontecer. "Entregamos agora ao Irão o controlo de facto sobre o estreito - uma arma mais poderosa do que qualquer bomba nuclear", disse uma das fontes familiarizadas com...

Condutor pode ser multado por conduzir na via central da autoestrada, mesmo no limite de velocidade?

 A dúvida é comum e o caso enviado por um telespectador para o Whatsapp do SIC Verifica ajuda a ilustrar porquê. Um auto de contraordenação refere que o condutor circulava na via central de uma autoestrada, sem estar a ultrapassar ou a mudar de direção, obrigando outros veículos a contorná-lo. Mas será isto ilegal, mesmo que o condutor siga no limite da velocidade permitida por lei? Na mensagem, o telespectador diz querer saber se a legislação mencionada no auto “existe mesmo”, porque, prossegue, “estava a andar no limite da velocidade que são os 120 km/ hora. E a via estava completamente vazia. Num horário depois da meia-noite”. O autuante relata que, neste caso concreto, que aconteceu na zona de Vila Franca de Xira, em plena A1, no sentido Sul-Norte, “o condutor circulava em autoestrada, na via central (...) sem que se encontrasse a efetuar qualquer manobra de ultrapassagem ou mudança de direcção”. Refere ainda que o condutor “manteve esta conduta cerca de 1 km obrigando os condu...

Moto movida a vapor é a mais rápida do mundo e vai de 0 a 100 km/h em 0,4 segundo

 Projeto britânico chega a 6,8 Gs e supera a aceleração de muitos supercarros, mas só perde para uma moto a foguete Uma motocicleta movida a vapor tornou-se a mais rápida do mundo em aceleração. Batizada de “Force of Nature” e construída pelo engenheiro britânico Graham Sykes, a moto acelera de 0 a 100 km/h em apenas 0,4 segundo e foi apresentada recentemente no circuito de Santa Pod, no Reino Unido. Sykes, engenheiro de precisão de 62 anos natural de North Yorkshire, contrariou a lógica do mundo das altas velocidades. Em vez de recorrer a motores a combustão, elétricos ou à propulsão a foguete, apostou em uma tecnologia que muitos consideram coisa do passado: o vapor. A ideia surgiu, segundo ele, ao assistir ainda jovem às tentativas do norte-americano Evel Knievel de saltar o Snake River Canyon a bordo de um foguete a vapor. O segredo está na física aplicada. Um pequeno queimador alimentado a querosene ou óleo vegetal aquece os 120 litros de água deionizada armazenados em um vaso...