Avançar para o conteúdo principal

Automatiza o seu trabalho e é despedido

PROGRAMADOR AUTOMATIZA O PRÓPRIO TRABALHO E SÓ É DESPEDIDO AO FIM DE 6 ANOS SEM FAZER NADA

Um programador terá passado os últimos seis anos sem “fazer nada”, depois de automatizar completamente o trabalho que tinha para fazer.

O utilizador do reddit FiletOfFish1066 conta que trabalhava num empresa tecnológica de San Francisco bastante conhecida, tendo sido contratado para fazer controlo de qualidade (QA) do produto.

Num post publicado no final de maio, noticiado pelo site Boing Boing, o programador de 28 anos descreve que passou cerca de oito meses a automatizar as tarefas que tinha que realizar ao ponto de, eventualmente, deixar de ter “trabalho” para fazer manualmente.

Como não tinha amigos no trabalho, ninguém perguntava o que andava a fazer. “Nos últimos seis anos, devo ter trabalhado umas 50 horas de trabalho a sério“, admite.

Assim, com o trabalho automatizado, FiletOfFish1066 ficou seis anos simplesmente sem fazer nada no escritório, a navegar na Internet e a aproveitar o ordenado de quase 100 mil dólares anuais, que lhe permitiram poupar os 200 mil dólares que tem na sua conta bancária – e aos quais terá que recorrer agora que foi despedido.

O próprio programador que refere que um dos aspectos negativos de ter estado seis anos sem fazer nada de produtivo é que já nem sabe programar, e que terá que reaprender tudo o que esqueceu enquanto esteve sem fazer nada para voltar a entrar no mercado de trabalho.


Em: http://zap.aeiou.pt/programador-automatiza-o-proprio-trabalho-e-e-despedido-apos-6-anos-sem-fazer-nada-116917

Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Ministro das Finanças celebra subida de rating como “mais uma grande vitória de Portugal”

 Decisão “demonstra a confiança dos investidores internacionais na economia portuguesa”, assinala o Ministério, frisando que “apenas seis países da Zona Euro têm neste momento classificação superior". O Ministério das Finanças sublinhou esta sexta-feira que a subida do rating de Portugal de A para A+ por parte da Fitch, que é a segunda subida promovida pela agência de notação financeira desde abril de 2024, “demonstra a confiança dos investidores internacionais na economia portuguesa”. “Se considerarmos as subidas promovidas pela S&P (uma em fevereiro de 2025 de A- para A e outra em agosto de 2025 de A para A+) esta é já a quarta revisão de rating que o país regista nos últimos dois anos”, destaca a tutela. Sublinhando ainda que Portugal passa a ter um rating igual ao de França, Bélgica, Estónia, Lituânia, Eslovénia e Malta – e que “apenas seis países da Zona Euro têm neste momento uma classificação superior”. Para o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento,...

Em plena crise de Ceuta, Marrocos procura alternativa a Espanha para chegar à Europa: Portugal pode abrir nova porta elétrica

 Governo português esclareceu em agosto que a interligação se encontra numa “fase de avaliação e não de decisão de investimento” e que só avançará caso seja possível obter financiamento europeu ou privado Em plena crise de Ceuta, Marrocos procura alternativa a Espanha para chegar à Europa: Portugal pode abrir nova porta elétrica Portugal e Marrocos recuperaram um projeto que pode alterar o mapa das ligações elétricas entre a Europa e o Norte de África. Os dois países querem estudar uma interligação direta através de um cabo submarino, estimado em 800 milhões de euros em 2018, e pretendem pedir financiamento a Bruxelas e atrair investidores privados para tornar a infraestrutura possível. A concretizar-se, Marrocos passaria a dispor de uma segunda ligação direta ao mercado elétrico europeu, deixando de depender exclusivamente de Espanha. Mas o projeto poderá ter também consequências deste lado da fronteira: uma maior capacidade para exportar eletricidade para Marrocos pode, em determ...