Avançar para o conteúdo principal

ET15 é o novo drone português para «missões de emergência médica, defesa nacional e resposta a crises humanitárias em zonas de guerra»

 


Na lista de características técnicas deste drone português estão «sensores de navegação avançados e georreferenciação em tempo real».


Consegue transportar um máximo de quinze quilos e tem autonomia para cem quilómetros: o ET15 é um drone com o aspecto de um avião, com dois motores a hélice e capacidade VTOL, desenvolvido pela startup nacional Eliot, em parceria com a Rangel Logistics Solutions.


A empresa descreve-o como uma «solução logística aérea de baixo custo» preparada para aterrar em «zonas de acesso limitado». Entre as principais aplicações do ET15 estão missões de «emergência médica, defesa nacional e resposta a crises humanitárias em zonas de guerra», com a Eliot a garantir que consegue operar de «forma rápida, segura e silenciosa».


Na lista de características técnicas deste drone português estão «sensores de navegação avançados, georreferenciação em tempo real, compartimentos dedicados a transportes de carga sensível [como “sangue, tecidos, medicamentos ou órgãos para transplante”] e sistemas redundantes de segurança».


Para já não há dados sobre a utilização do ET15 em cenários reais, mas a Eliot sublinha o facto de este drone ter recebido o ‘Prémio de Excelência’ na categoria ‘Start-Up’ da Associação Portuguesa de Logística.


ET15 é o novo drone português para «missões de emergência médica, defesa nacional e resposta a crises humanitárias em zonas de guerra»


Comentários

Notícias mais vistas:

Rendas congeladas “desesperam” proprietários e inquilinos apontam despejos como medida “oportunista”

Foto: Rodolfo Alexandre Reis  Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários diz que as propostas do Governo sobre o descongelamento das rendas são “minúsculas” e que mesmo em relação ao despejos “falta muito por esclarecer”. Já António Machado, líder da Associação de Inquilinos Lisbonenses considera que aumentar a liberalização dos contratos significa que “a parte mais fraca ainda fica mais fraca”. Concordam em discordar. É desta forma que os proprietários e inquilinos olham para o conjunto de medidas apresentadas pelo Governo sobre o novo regime do arrendamento urbano (NRAU). No lado da Associação Lisbonense de Proprietários (ALP), o presidente Luís Menezes Leitão, lamenta que o congelamento das rendas antigas a 1990, um dos principais cavalos de batalha da ALP se mantenha praticamente inalterado. “As alterações são minúsculas e só têm significado relativamente a inquilinos que ganhem acima de cinco salários mínimos mensais e mesmo assim estabelece a fi...

Cascais terá a primeira linha de comboio a ser concessionada a privados. O que muda e como a Câmara quer intervir

 O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou que Cascais será a primeira linha de comboios a ser concessionada a privados. A intenção é antiga, mas as condições ainda não são conhecidas. O presidente da câmara, Nuno Piteira Lopes, quer ter “uma palavra ativa” no negócio. A intenção de concessionar a privados a rede de Comboios Urbanos de Lisboa — formada pelas linhas de Sintra, Azambuja, Cascais e Sado, num total de 67 estações — foi anunciada há mais de um ano e está prevista na lei desde 2009, mas, este fim de semana, o primeiro- ministro revelou no 43.º Congresso do PSD, na Anadia, que o primeiro acordo será relativo a Cascais. O presidente da câmara, Nuno Piteira Lopes, considera que “a medida anunciada hoje vai ao encontro de uma visão que tem defendido para Cascais: aproximar a gestão da linha dos utilizadores do concelho”. Embora nada se saiba em relação aos termos da concessão, em setembro do ano passado o autarca estabeleceu como objetivo estratégico do município a grat...

Sonae: Cláudia Azevedo deixa presidência executiva do grupo

Cláudia Azevedo, presidente executiva da Sonae. Foto: Rui Duarte Silva Depois de oito anos na presidência executiva da Sonae, Cláudia Azevedo vai presidir ao Conselho de Administração. João Dolores é o senhor que se segue, na proposta do Conselho de Administração, para a liderança executiva do grupo no próximo mandato. É “um novo ciclo na liderança do grupo”  Cláudia Azevedo vai deixar a presidência executiva da Sonae. Oito anos depois de assumir o cargo, será a próxima presidente do Conselho de Administração do grupo. Na liderança executiva fica o seu braço direito e atual administrador financeiro da Sonae, João Dolores. A proposta do Conselho de Administração do grupo conta com o apoio da Efanor, acionista maioritária da Sonae, e deverá concretizar-se no início do novo mandato, depois da assembleia geral de acionistas de abril de 2027. “A proposta resulta de um processo de planeamento da sucessão iniciado na sequência das decisões de Paulo Azevedo de não se recandidatar ao Consel...