Avançar para o conteúdo principal

Drone DJI FlyCart 100 leva cargas de até 80kg e voa por até 6km



O FlyCart 100 levanta voo com peso de uma geladeira, resiste a ventos fortes e ainda pousa com paraquedas inteligente

O novo drone de carga DJI FlyCart 100 foi oficialmente apresentado nesta segunda-feira (30) como o modelo mais potente já lançado pela fabricante chinesa. Capaz de transportar até 80kg por 6km, o DJI FlyCart 100 é voltado para entregas robustas e operações críticas em ambientes desafiadores.

A estrutura do drone é reforçada e projetada para resistir a condições severas. O FlyCart 100 possui certificação IP55, suporta ventos de até 12 m/s e temperaturas que variam de –20 °C a 45 °C. Seu teto operacional é de 6.000 metros acima do nível do mar, o que o torna ideal para missões em regiões montanhosas ou remotas.

DJI FlyCart 100 drone
Divulgação/DJI

Leia mais:

Capacidade de carga e alcance

O modelo apresenta variações de desempenho de acordo com a configuração de baterias. Com uma única bateria, carrega até 80kg por até 6km. Já com duas baterias, sua carga máxima é reduzida para 65kg, mas o alcance aumenta para até 12km. Sem carga, o FlyCart 100 pode voar por até 26km.

Içamento com precisão milimétrica

O DJI FlyCart 100 conta com dois sistemas de içamento que se adaptam às necessidades da missão. O modelo padrão inclui um cabo retrátil de 30 metros, enquanto a versão com duas baterias traz um cabo fixo de 10 metros. Ambos contam com gancho elétrico inteligente e tecnologia anti-oscilação para garantir precisão e estabilidade.

🛸 Quer começar no mundo dos drones com qualidade? O DJI Mini 4K é compacto, leve e grava em altíssima definição!
📦 Aproveite agora na Amazon 👉 Clique aqui e confira

Segurança reforçada com sensores e paraquedas

Pensando na segurança de cargas e pessoas, o drone é equipado com LiDAR capaz de processar até 300 mil pontos por segundo, radar milimétrico e câmeras multidirecionais. Além disso, conta com um sistema de paraquedas inteligente, que é acionado automaticamente em caso de emergência — mesmo com carga máxima, a taxa de queda não ultrapassa 6m/s.

A DJI também tem investido em tecnologias de segurança e privacidade em seus drones, conforme já abordado em outras linhas da empresa.

Sistema de controle e transmissão profissional

O DJI FlyCart 100 utiliza a tecnologia de transmissão O4, com alcance de até 20km, além de suporte para redes 4G. O drone pode ser controlado por um único operador ou em modo dual, com uma segunda pessoa responsável apenas pelo gimbal ou pelo sistema de içamento.


Carregamento ultrarrápido

Para manter o drone sempre pronto para a próxima missão, a DJI desenvolveu um sistema de recarga de alta potência que permite carregar totalmente a bateria em apenas 9 minutos. Isso garante um ciclo de operação eficiente, especialmente em cenários de resgate ou logística urgente.

Softwares dedicados e integração modular

A experiência de voo e gestão logística é centralizada no aplicativo DJI Delivery e na plataforma DJI Driver Cloud, que monitoram operações, trajetos e status do drone em tempo real. O FlyCart 100 ainda suporta customizações via PSDK e integrações cloud-to-cloud de última geração, recurso que também pode ser aproveitado por modelos como o DJI Matrice 400, voltado para o uso corporativo.

Lançamento limitado à China

Neste primeiro momento, o DJI FlyCart 100 será comercializado apenas no mercado chinês. Os preços variam de 89.999 a 119.999 yuan, o equivalente a aproximadamente R$ 65 mil a R$ 86 mil na conversão direta. O produto conta com o seguro DJI Care e cobertura de responsabilidade de até US$ 180 mil.

Enquanto isso, outros modelos da marca também ganham espaço no mercado global. O DJI Mini 5 Pro, por exemplo, já foi homologado por órgãos reguladores e pode ser uma opção para quem busca portabilidade com desempenho. 


Drone DJI FlyCart 100 leva cargas de até 80kg e voa por até 6km



Comentários

Notícias mais vistas:

Bruxelas considera que é possível acabar com mudança da hora e vai apresentar estudo

 A Comissão Europeia considera que alcançar um consenso para acabar com a mudança da hora "ainda é possível" e vai apresentar um estudo nesse sentido este ano, com os Estados-membros a manifestarem-se disponíveis para analisá-lo assim que for entregue. Na madrugada do dia 29 deste mês, a hora volta a mudar em toda a União Europeia (UE), para dar início ao horário de verão, o que acontece atualmente devido a uma diretiva europeia que prevê que, todos os anos, os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro. Em setembro de 2018, a Comissão Europeia propôs o fim do acerto sazonal, mas o processo tem estado bloqueado desde então, por falta de acordo entre os Estados-membros sobre a matéria. Numa resposta por escrito à agência Lusa, a porta-voz da Comissão Europeia Anna-Kaisa Itkonnen referiu que o executivo decidiu propor o fim da mudança horária em 2018 após ter recebido "pedidos de cidadãos e dos ...

Os professores

 As últimas semanas têm sido agitadas nas escolas do ensino público, fruto das diversas greves desencadeadas por uma percentagem bastante elevada da classe de docentes. Várias têm sido as causas da contestação, nomeadamente o congelamento do tempo de serviço, o sistema de quotas para progressão na carreira e a baixa remuneração, mas há uma que é particularmente grave e sintomática da descredibilização do ensino pelo qual o Estado é o primeiro responsável, e que tem a ver com a gradual falta de autoridade dos professores. A minha geração cresceu a ter no professor uma referência, respeitando-o e temendo-o, consciente de que os nossos deslizes, tanto ao nível do estudo como do comportamento, teriam consequências bem gravosas na nossa progressão nos anos escolares. Hoje, os alunos, numa maioria demasiado considerável, não evidenciam qualquer tipo de respeito e deferência pelo seu professor e não acatam a sua autoridade, enfrentando-o sem nenhum receio. Esta realidade é uma das princip...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...