Avançar para o conteúdo principal

Queres viajar e conduzir no estrangeiro? Vê como deves tratar da licença internacional de condução



 Se estás a planear uma viagem para fora da Europa e queres alugar um carro, há uma coisa importante de que não te podes esquecer: a licença internacional de condução. Este documento pode ser obrigatório em vários países fora da União Europeia e do Espaço Económico Europeu, especialmente quando vais conduzir viaturas de aluguer.


A boa notícia? Tratar da licença é mais simples do que parece. Mas há alguns passos a seguir e documentos que tens mesmo de levar contigo.


Para começares, precisas de ter uma carta de condução válida, emitida em Portugal ou noutro país da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu. A licença internacional serve como complemento à tua carta nacional e só é válida se a levares contigo. Não dá para usar uma sem a outra.


Este documento permite-te conduzir legalmente nos países que assinaram as convenções internacionais de trânsito rodoviário — mais precisamente, a de Genebra (1949) e a de Viena (1968). A licença tem validade máxima de um ano, mas atenção: se a tua carta tiver validade inferior, esse limite aplica-se também à licença.


Para pedires a tua licença internacional, tens de ir a um balcão do IMT. Vais precisar de:


A tua carta de condução original e válida;

Documento de identificação (como o cartão de cidadão);

Número de Identificação Fiscal (NIF);

Uma fotografia recente tipo passe, a cores e com fundo liso e claro;

Se não fores tu a fazer o pedido, é necessário apresentar o formulário Modelo 1 do IMT e uma autorização ou procuração.

No formulário, deves selecionar a opção "Outra" e escrever "Licença Internacional de Condução" no campo correspondente. O custo é de 30 euros e só pode ser tratada presencialmente num balcão do IMT. Por isso, o melhor é veres qual é o serviço mais próximo de ti no site do IMT.


Depois de teres a licença na mão, lembra-te: ela só vale fora de Portugal. E antes de viajares, convém confirmares junto das autoridades do país de destino se a aceitam e em que condições.


Se tens planos de explorar o mundo ao volante, esta licença é uma das primeiras coisas a garantir.


Queres viajar e conduzir no estrangeiro? Vê como deves tratar da licença internacional de condução - AWAY magazine


Comentários

Notícias mais vistas:

Armazenamento holográfico

 Esta técnica de armazenamento de alta capacidade pode ser uma das respostas para a crescente produção de dados a nível mundial Quando pensa em hologramas provavelmente associa o conceito a uma forma futurista de comunicação e que irá permitir uma maior proximidade entre pessoas através da internet. Mas o conceito de holograma (que na prática é uma técnica de registo de padrões de interferência de luz) permite que seja explorado noutros segmentos, como o do armazenamento de dados de alta capacidade. A ideia de criar unidades de armazenamento holográficas não é nova – o conceito surgiu na década de 1960 –, mas está a ganhar nova vida graças aos avanços tecnológicos feitos em áreas como os sensores de imagem, lasers e algoritmos de Inteligência Artificial. Como se guardam dados num holograma? Primeiro, a informação que queremos preservar é codificada numa imagem 2D. Depois, é emitido um raio laser que é passado por um divisor, que cria um feixe de referência (no seu estado original) ...

TAP: quo vadis?

 É um erro estratégico abismal decidir subvencionar uma vez mais a TAP e afirmar que essa é a única solução para garantir a conectividade e o emprego na aviação, hotelaria e turismo no país. É mentira! Nos últimos 20 anos assistiu-se à falência de inúmeras companhias aéreas. 11 de Setembro, SARS, preço do petróleo, crise financeira, guerras e concorrência das companhias de baixo custo, entre tantos outros fatores externos, serviram de pano de fundo para algo que faz parte das vicissitudes de qualquer empresa: má gestão e falta de liquidez para enfrentar a mudança. Concentremo-nos em três casos europeus recentes de companhias ditas “de bandeira” que fecharam as portas e no que, de facto, aconteceu. Poucos meses após a falência da Swissair, em 2001, constatou-se um fenómeno curioso: um número elevado de salões de beleza (manicure, pedicure, cabeleireiros) abriram igualmente falência. A razão é simples, mas só mais tarde seria compreendida: muitos desses salões sustentavam-se das assi...

Defender a escola pública

 1. Escrevo sobre o conflito que envolve os professores preocupada, em primeiro lugar, com o efeito que este está a ter na degradação da escola pública, na imagem e na confiança dos pais no sistema educativo, nos danos que estão a ser causados a milhares de alunos cujas famílias não têm condições para lhes proporcionar explicações ou frequência de colégios privados. Parece-me importante que, nas negociações entre Governo e sindicatos, esta dimensão do problema seja equacionada. Escrevo, em segundo lugar, porque espero poder dar um contributo para a compreensão e boa resolução do conflito, apesar de todo o ruído e falta de capacidade para ouvir. 2. Nos anos pré-pandemia, eram muitos os sinais das dificuldades das escolas em prestar um serviço de qualidade. A existência de milhares de alunos sem professor, em várias disciplinas e em vários pontos do país, gerou um clamor sobre a falta de docentes e a fraca atratividade da carreira. Porém, o problema da falta de professores nas escola...